Cinco leitos da UTI Covid foram abertos pelo Estado no Hospital Sagrada Família em junho do ano passado, mas depois foram fechados quando diminuíram os casos de coronavírus - Crédito: Maicon Hinrichsen/ Palácio Piratini

Em reunião com a participação de prefeitos e secretários municipais da região, segunda-feira passada, dia 22, em Montenegro, foi tratado sobre ações emergenciais com o intuito de amenizar as consequências da proliferação do vírus na região. Um dos temas tratados foi a falta de leitos nas Unidades de Terapia Intensiva e enfermarias, e de profissionais do setor de saúde. Neste momento, a região está classificada com a bandeira preta, segundo protocolos apresentados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul, podendo adotar protocolos de vermelha devido a cogestão. Um dos pontos encaminhados no encontro foi a ação que visa amenizar a falta de profissionais nos hospitais. Os municípios buscarão, em conjunto, auxílio para sanar esse problema, que poderá ser via Consórcio Intermunicipal Cis-Caí.

Está se buscando, junto ao Hospital Sagrada Família, de São Sebastião do Caí, a reabertura de cinco leitos de UTI que foram fechados quando a pandemia amenizou no ano passado. Conforme a secretária da saúde do Caí, Neiva Santos, está se buscando a contratação de mais profissionais para poder suprir esta demanda.

O prefeito Júlio Campani, que participou da reunião juntamente com representantes da Secretaria da Saúde e hospital do Caí, disse que irá se buscar junto ao hospital Sagrada Família e os governos do Estado e Federal, a reabertura dos leitos Covid. Em junho do ano passado o próprio governador Eduardo Leite, em transmissão pela internet, inaugurou a UTI Covid do Cai, com cinco leitos equipados com respiradores, monitores cardíacos, rede de oxigênio e outros equipamentos. Com a redução dos casos de coronavírus, os equipamentos hospitalares foram devolvidos ao Estado, assim como os locados. E a UTI Covid do Caí foi fechada. “Pedimos urgência para a retomada”, diz Campani, em razão a grave situação, a pior no Estado desde o início da pandemia. O prefeito, em contato com a direção do hospital, diz que a maior dificuldade é na contratação de profissionais. Mas cita que para isso pode ter inclusive a liberação de recursos federais.

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