Guapuruvu será preservada e construção de rótulas da RS 287 deve ficar pronta em outubro

Grande árvore chama a atenção entre as obras de construção das rotatórias - Crédito: Guilherme Baptista/FN

O ritmo lento das obras dos últimos dias, para a construção das duas rotatórias na RSC 287, em Montenegro, aparentava estar bastante lento. Máquinas paradas e poucos operários no local no trecho junto ao bairro Santo Antônio. Entretanto, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) alegou que os dias parados referem-se ao clima, devido a chuva, além da relocação de um ponto de adutora de abastecimento de água.

Ainda não iniciou a colocação do novo asfalto nas vias laterais e nem a montagem dos canteiros para as novas rótulas nos cruzamentos da rodovia com a Rua Ramiro Barcelos (Trevo do Ipiranga) e com a Rua Coronel Antônio Inácio (Trevo da Renauto). Por enquanto as vias laterais seguem com brita, além de terem bloqueios no trânsito. Foram retiradas as lombadas eletrônicas perto da estação rodoviária. Como terão rotatórias, elas não serão mais colocadas no mesmo local. Também foi desligada a iluminação pública no trecho em razão das obras, sendo que depois luminárias devem voltar a funcionar.

Como o trecho está em obras, com escuridão durante a noite e homens e máquinas trabalhando durante o dia, os motoristas devem diminuir a velocidade e redobrar a atenção. A travessia também está mais perigosa, já que foram retirados canteiros e sinalização. Mas os transtornos vão ser compensados depois com a construção das rótulas, aumentando a segurança para atravessar a rodovia, tanto para motoristas como para pedestres e ciclistas.

Árvore preservada

Árvore chegou a ter as raízes atingidas pelas escavações, mas a torcida é para que se recupere
– Crédito: Guilherme Baptista/FN

Chama a atenção, em meio a obra, uma grande árvore entre as pistas, situada junto ao cruzamento com a Rua Júlio Rosa Machado, próximo da loja Taqi, na frente da Bell Flores Floricultura. Conforme proprietários da Bell Flores, trata-se de uma árvore de Guapuruvu, bastante alta e que teria mais de 50 anos. Em razão das escavações das obras, suas raízes chegaram a ser atingidas e nota-se que ficou um pouco danificada. Entretanto, a torcida é que se recupere.

Conforme o setor de Engenharia da EGR, não será preciso remover a árvore, pois ela está no trecho final da obra. E quando os trabalhos estiverem concluídos, com os canteiros, rótulas e sinalização, a presença da Guapuruvu vai chamar ainda mais a atenção.

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