A Guarda Nacional foi uma força paramilitar organizada por lei no Brasil entre 1831 e 1922 Reprodução/Internet

Conforme consta na Wikipédia, a Guarda Nacional foi uma força paramilitar organizada por lei no Brasil durante o período regencial, em agosto de 1831, para servir de “sentinela da constituição jurada”, e desmobilizada em setembro de 1922. Os membros da Guarda eram recrutados entre os cidadãos com renda anual superior a 200 mil réis nas grandes cidades, e 100 mil réis nas demais regiões. Era vista por seus idealizadores como o instrumento apto para a garantia da segurança e da ordem, vale dizer, para a manutenção do espaço da liberdade entre os limites da tirania e da anarquia. Tinha como finalidade defender a Constituição, a liberdade, a independência e a integridade do Império, mantendo a obediência às leis, conservando a ordem e a tranquilidade pública. A Guarda Nacional tinha forte base municipal e altíssimo grau de politização. A sua organização se baseava nas elites políticas locais, pois eram elas que formavam ou dirigiam o Corpo de Guardas.

Importantes personalidades da história do Vale do Caí lideravam a Guarda Nacional, recebendo a patente de Coronel ou Tenente Coronel da Guarda Nacional.
Entre os mais destacados estão Cristiano Selbach, de Bom Princípio, que foi Major da Guarda Nacional; Lourenço de Alencastro Guimarães, tenente coronel da Guarda Nacional; Jacó Nicolau Ely, primeiro intendente de Garibaldi, natural de São Sebastião do Caí, que foi Coronel da Guarda Nacional; Jacob Selbach Júnior e Aurélio Porto, prefeito de Montenegro e historiador natural de Cachoeira do Sul.

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