Brigada, Guarda Municipal e fiscais da Prefeitura estiveram em 34 locais, resultando em uma notificação, 4 autos de infração e um TC - Crédito: ACOM/Prefeitura

Equipes da Guarda Municipal, Defesa Civil, Fiscalização de Obras e Posturas e Brigada Militar de Montenegro realizaram, na noite desta sexta-feira, dia 26, e madrugada deste sábado, dia 27, mais uma etapa da operação especial que visa cumprir as regras de distanciamento social no combate à proliferação da Covid-19, em Montenegro. Durante o período de fiscalização, foram efetuadas abordagens e orientações em estabelecimentos comerciais e com populares que não estavam de acordo com o novo regramento.

Abordagens e orientações vão continuar para cumprir decreto estadual que proíbe atividades não essenciais entre 22h e 5h
– Crédito: ACOM/Prefeitura

No total, foram 34 visitas que resultaram em uma notificação, quatro atos de infração e um termo circunstanciado. Além disso, as equipes tiveram de fazer a dispersão de aglomeração em uma cancha de futebol no município. No local, havia cerca de 33 pessoas que praticavam a atividade e faziam consumo de bebidas alcoólicas. Sem contar que o local abordado não contava com as autorizações de funcionamento. Os proprietários foram orientados e autuados. Ontem, ainda, foram 58 ligações realizadas para esclarecimentos sobre o decreto e 19 denúncias feitas por telefone para a Guarda Municipal.

A fiscalização reforçada seguirá acontecendo neste final de semana. As equipes da Guarda, Defesa Civil, Obras e Posturas e Brigada Militar seguirão realizando orientações, dispersões e, se necessário, autuações em bairros e no centro da cidade no sábado e domingo. Lembrando que a situação em que a cidade se encontra é grave, com número alto de infectados e hospitais com restrições no atendimento por causa da Covid-19. Conforme determinação do Governo do Estado, todas as atividades não essenciais estão suspensas entre 20h e 5h.

1 COMENTÁRIO

  1. Deveria ser feito um cadastro dessas pessoas inconsequentes que seria consultado ao precisarem de atendimento em hospital. Seriam passadas pro fim da fila na eventualidade de um médico precisar escolher quem vive e quem morre. Pouca vergonha.

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