Prédio da Câmara do Caí vai custar R$ 1,5 milhão

Após a construção do prédio, município vai economizar em aluguel - Crédito: Prefeitura

Atualmente em prédio alugado, a Câmara de Vereadores de São Sebastião do Caí deverá ter sede própria. Para isso existe um projeto de construção da nova sede do legislativo, o qual já foi entregue no mês passado pelos vereadores ao prefeito Júlio Campani. O projeto foi desenvolvido de forma gratuita pela Prefeitura e através de licitação deve ser contratada uma empresa que executará a obra. Segundo a Prefeitura, todos os detalhes, através da planilha orçamentária, estão publicados no Portal da Transparência do site da Prefeitura.

O objetivo é construir o novo prédio da Câmara do Caí até o final de 2024. A nova sede será construída na Rua Esperanto, esquina com a Rua Silvestre Klein, junto ao pátio da Secretaria Municipal de Obras. A área a ser construída será de 333,81 metros quadrados, com investimento de R$ 1.491353,51. Segundo o presidente do legislativo, Cláudio Becker, a construção de uma nova sede para a Câmara é um pleito de todos os vereadores, até pelo fato de que, depois de concluída a obra, a Câmara deixará de pagar aluguel, trazendo uma importante economia para os cofres públicos.

Documentação foi entregue pelos vereadores ao prefeito Júlio Campani, que vai encaminhar para a licitação
– Crédito: Prefeitura

O ex-secretário municipal da Fazenda, Jônatas Weber, em publicação no seu facebook, criticou a construção do prédio para a Câmara de Vereadores. “Fui radicalmente contra esse absurdo”, escreveu. Ele teme que, com os aditivos, mais móveis e equipamentos, o valor do investimento irá aumentar. Para Jônatas, esse valor deveria ser investido em outras ações em benefício da população.

O prefeito Júlio Campani lembra que o projeto foi entregue pela Câmara através de todos os vereadores. Destacou que a Câmara tem direito a utilizar até 5% do orçamento do município, mas costuma devolver os valores, numa trabalho de parceria entre Executivo e Legislativo. “Trabalhamos com seriedade e transparência”, ressalta, sobre o andamento do projeto. E lembrou que o terreno do Cemaca pertence à Câmara, sendo cedido sem custos ao município.

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