Morre rapaz baleado no bairro Aeroclube

João Gabriel Brochier tinha 20 anos - Reprodução/FN

Foi confirmado no final da tarde deste sábado, dia 30, às 18h, o falecimento de João Gabriel Brochier. O rapaz de 20 anos já estava com morte cerebral desde o início da tarde, mas faltava a oficialização do óbito. O coração foi mantido batendo porque a família, mesmo num momento de intensa dor, decidiu pela doação de órgãos, num gesto de solidariedade, para salvar outras vidas. Uma equipe se deslocou de Porto Alegre para fazer a retirada de todos os órgãos possíveis para a doação. Agora de noite foi feito o registro do óbito na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) e o encaminhamento para a necropsia do Instituto Médico Legal (IML). A família ainda não decidiu quanto aos atos fúnebres.

Familiares estão revoltados com o fato ocorrido na madrugada deste sábado, no bairro Aeroclube. O rapaz foi baleado com tiros na cabeça. A suspeita dos parentes é que ele tenha sido baleado por engano e que o alvo seria outro indivíduo. Os parentes e amigos estão consternados e pedem justiça. Bastante estimado, João Gabriel era morador do bairro Aeroclube e trabalhava na empresa CBC. Deixa pais, irmãos, demais familiares, colegas e muitos amigos.

A Polícia Civil de Montenegro está investigando o caso. Pelo que foi apurado pela equipe de investigação, o rapaz teria deixado um primo, que era o dono do carro, e um amigo, num bar, e saiu para dar uma volta no veículo e buscar a namorada. Em seguida foram ouvidos tiros na Avenida Cylon Rosa, próximo da capela Santo Antônio e da RS 124, que teriam sido disparados contra o carro. E outro veículo de cor escura fugiu do local. O rapaz foi socorrido pelos amigos e levado ao Hospital Unimed, onde foi internado na UTI em estado grave, mas não resistiu a gravidade das lesões.

O celular da vítima não teria sido localizado. Qualquer informação, mesmo de maneira anônima, que possa contribuir com a investigação, pode ser passada para os telefones 197, 190, 984168115 ou 3649 0000.

Fazia quase quatro meses que Montenegro não registrava um caso de homicídio.

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