Caí começa a remover famílias devido a previsão de enchente

Rio subiu mais de 8 metros no Caí e famílias estão sendo levadas para casas de parentes e ginásio do bairro Rio Branco - Crédito: Defesa Civil

O rio Caí subiu mais de 8 metros desde ontem, quinta-feira, e a Defesa Civil já começou a remover famílias em São Sebastião do Caí. No Início da manhã de hoje, sexta-feira, às 7h a régua da CPRM, que faz o monitoramento de toda a bacia hidrográfica, apontava no Caí 10m98cm, já na cota de inundação. E continua subindo. Conforme o coordenador da Defesa Civil no Caí, Enio dos Santos, algumas famílias estão sendo levadas para o ginásio do bairro Rio Branco e outras para casas de parentes. “Se atingir de 13,50 a 14 metros vai atingir muita gente”, projeta Enio. Também alerta quanto as interrupções de vias e deslizamentos. Na Avenida Bruno Cassel teve deslizamento de terras e queda de poste.

O volume de chuva foi muito grande desde ontem, de cerca de 170 milímetros nas últimas 24 horas. E chove também na região da Serra. Em Nova Palmira (Caxias do Sul), a régua da CPRM aponta que o nível do rio Caí subiu mais de 4 metros e meio e já está em cota de inundação. Muitos arroios transbordaram em várias cidades da região, já tendo causado transtornos, com casas alagadas e trechos de estradas interditadas. Aulas foram suspensas em várias escolas devido a alagamentos e trechos interrompidos nas estradas. Arroios como Forromeco, Cadeia, Salvador, Maratá, Brochier e outros estão com nível muito alto. As pessoas devem ficar em alerta, principalmente quem mora nas zonas ribeirinhas.

Caí já tem várias ruas alagadas – Crédito: Defesa Civil

Na parte baixa do rio, em Montenegro o nível subiu mais de 4 metros desde ontem e às 7h30 da manhã de hoje estava em 5m70cm na régua da CPRM, já próximo da cota de inundação que é acima dos 6 metros. O coordenador da Defesa Civil, Carlos Ferrão, diz que também ocorreram muitos problemas de alagamentos de ruas e casas destelhadas devido ao vento forte, sendo distribuído lona para as famílias atingidas.

Montenegro também está em alerta
– Crédito: Defesa Civil

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