Cacá nasceu um mês após a morte do pai e no ano passado foi diagnosticada com um Linfoma - Reprodução/FN

Catarina da Silva Kieling, a “Cacá”, de 4 anos, foi diagnosticada há 7 meses com um Linfoma, que é um tipo de câncer que se origina no sistema linfático. Desde então a menina montenegrina e sua família lutam contra a doença.

Família tem muitas despesas e precisa de ajuda
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O tratamento de “Cacá” ocorre em Porto Alegre, incluindo sessões de quimioterapia diárias. A Secretária Municipal da Saúde, através do Setor de Remoções, fornece o transporte. Entretanto, a família tem outras despesas, como alimentação especial, medicamentos, deslocamentos dos familiares nos períodos que está internada, entre outros. Por isso foi lançada uma campanha, com doações podendo ocorrer através do site da vakinha on-line na internet (vaka.me/2716545) ou por Pix pela chave CPF 05411765013 de Catarina da Silva Kieling. Também podem ser feitos depósitos em conta corrente, no banco Itaú (agência 0943 – conta 53799-3).

A família reside no bairro São João, em Montenegro. O primeiro diagnóstico foi de Asma, mas em julho do ano passado, após ecografia e raios-x, foi descoberto o tumor. Foi então encaminhada para o Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, onde ficou internada por cerca de um mês. E depois seguiu o tratamento, com novas internações. Inclusive ela estava novamente internada desde o dia 21 de fevereiro, mas felizmente melhorou e teve alta no último final de semana.

Não conheceu o pai que morreu de câncer
A mãe, Aline Cecília da Silva, 34 anos, lamenta que Cacá não conheceu o pai. Carlos Rodrigo Kieling faleceu cinco anos atrás, em fevereiro de 2017, quando Aline estava grávida de 8 meses. Ele também teve câncer, sendo vítima de um tumor no cérebro. Era servidor público da Prefeitura de Montenegro, tendo atuado como técnico da Secretaria Municipal de Viação e Serviços Urbanos, onde chegou a ser o diretor do Departamento de Serviços Urbanos (Dsurb).

Cacá é uma super-herói na luta contra a doença
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Agora é a filha Catarina quem luta contra a doença. E para isso conta com o apoio da comunidade. “Eu tinha uma reserva de emergência, mas foi toda”, afirma Aline, que agradece a colaboração. E a expectativa é de que com o tratamento Cacá possa voltar a ter uma vida normal, podendo brincar, se divertir e voltar para a creche Tio Riba. Por enquanto necessita de cuidados especiais. “Todo cuidado é pouco”, destaca a mãe, citando que recentemente a filha esteve internada na UTI devido a uma pneumonia, quando precisou de oxigênio e quase precisou ser entubada.

No momento a menina está no final da fase mais intensa do tratamento, que deverá durar dois anos, até agosto de 2023. “Acabou de fazer um procedimento de químio intratecal, através de punção lombar”, informa Aline. Já nesta semana Catarina deve ser submetida a mais quatro dias de químio em ambulatório. Diferente da Leucemia, Aline diz que no caso do Linfoma não vai precisar de transplante porque o tratamento foi efetivo. “Ela segue com tratamento para não ter risco de recidiva (reaparecimento da doença ou sintoma)”, explica. Depois dessa semana ela fará exame de controle e segue fazendo uma quimioterapia por mês.

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