Manifesto do Vale do Caí foi emitido após reuniões de prefeitos e lideranças do Vale do Caí com representantes do Governo do Estado - Arquivo/FN

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (AMVARC) e o Conselho de Desenvolvimento do Vale do Caí (CODEVARC) emitiram um manifesto contrário à concessão de rodovias e a mudança da praça de pedágio. O documento foi baseado na assembléia geral dos prefeitos e vereadores, realizada em 7 de julho na UCS em São Sebastião do Caí. No encontro, o secretário extraordinário de parcerias do Estado, Leonardo Busatto, apresentou pela segunda vez o programa de rodovia.

Conforme o documento, os vinte municípios da região aguardam por obras na malha viária, importante para aumentar a segurança dos usuários e facilitar o escoamento da produção. A expectativa é de um programa de asfaltamento regional, incluindo também trevos de acesso, duplicação, viadutos, passarelas e ciclovias. Essa era a promessa quando da instalação do pedágio em Portão, que resultou apenas na duplicação da RS 122 e o restante dos recursos destinados ao caixa único do Estado.

Nessa nova discussão, quanto à desativação do pedágio de Portão e a instalação de novos em Bom Princípio (RS 122) e em Capela de Santana (RS 240), as lideranças e entidades representativas rechaçam a implementação de novas praças de cobrança. O Vale do Caí defende um amplo debate sobre praças de pedágio e concessão de rodovias, onde a população deve decidir.

O pedido das lideranças da região é que o processo de concessão seja adiado para depois das eleições do próximo ano, podendo inclusive ser tema de debate entre os candidatos durante o pleito eleitoral. Até porque é uma decisão que irá impactar a vida das pessoas e das empresas pelos próximos trinta anos.

Manifesto na íntegra:

AMVARC (1)

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