Sereni Fátima Martins Almeida, de 40 anos, morreu em acidente na RS 122, na Conceição - Reprodução/FN

Sereni Fátima Martins de Almeida, de 40 anos, não resistiu aos graves ferimentos sofridos no acidente ocorrido no início da manhã da última segunda-feira, dia 22. Moradora do bairro São Martim, ela trafegava de bicicleta motorizada quando foi atingida por um caminhão, na altura do quilômetro 7 da RS 122, no bairro Conceição, em São Sebastião do Caí.

Segundo informações, a ciclista estaria se dirigindo ao serviço, na empresa Max Ferramentas, quando foi atingida por um caminhão Mercedes Benz, com placas do Caí. Os Bombeiros Voluntários Caienses atenderam a ocorrência, por volta de 5h30min, encaminhando a vítima para o Hospital Sagrada Família. Conforme os bombeiros, o seu estado era muito grave, com múltiplas fraturas e traumatismo craniano. A Polícia Rodoviária Estadual também atendeu a ocorrência e a Polícia Civil vai investigar as circunstâncias do acidente.

Conforme a Polícia Rodoviária, o caminhão trafegava no sentido Caí/Portão e a bicicleta vinha na direção contrária, quando aconteceu a colisão perto do Posto Sim. Faz cerca de dois anos que Sereni se dirigia ao serviço de bicicleta, saindo de casa por volta de 5h20 para iniciar no trabalho às 5h50. Natural de São Leopoldo, residia no Caí faz mais de vinte anos.

Sereni era casada há 17 anos com Amilton de Almeida, de 39 anos, e deixa dois filhos – Sofia, de 5 anos, e Mateus, de 12. Todos estão muito consternados. “Era uma mulher perfeita. Batalhadora, mãe e esposa afetiva, que sempre me apoiava”, diz Amilton, bastante consternado. O filho está desesperado, recebendo o amparo da família, já que era muito apegado em Sereni. A mãe da vítima, que também morava no bairro São Martim, teve que ser medicada devido ao estado de choque. No ano passado a família já tinha perdido o pai de Sereni, vítima da Covid-19.

Bastante conhecida e estimada, Sereni trabalhou anteriormente na fábrica da Azaléia. Várias são as manifestações em redes sociais lamentando a tragédia. “É muito difícil. Ainda não caiu a ficha”, afirma Amilton, logo após o enterro.

O velório aconteceu na capela mortuária São Martim. A cerimônia de despedida ocorreu na manhã de ontem, terça-feira, dia 23, seguida de sepultamento no cemitério da comunidade.

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