Kits com alimentos são entregues para as famílias mais carentes - Crédito: ACOM/Prefeitura
Estar bem nutrido é uma condição fundamental para que o aluno possa aprender e desenvolver suas potencialidades na escola. Para isso, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) estabelece as diretrizes que devem ser seguidas para garantir a alimentação correta aos estudantes da rede pública no país. Com a pandemia, surgiram dúvidas sobre como está a situação agora que as crianças estão tendo aulas em casa.
Desde março do ano passado, quando a pandemia começou a forçar a suspensão das aulas presenciais, o PNAE foi alterado, para manter o acesso dos estudantes a uma alimentação balanceada. Em Montenegro, o Serviço de Nutrição e Alimentação Escolar agiu rápido para que as crianças não ficassem desassistidas.
No ano passado eram entregues 600 kits mensalmente e neste ano o número deve dobrar
– Crédito: ACOM/Prefeitura
De acordo com a nutricionista chefe do Serviço, Caroline Raupp, o primeiro passo foi contatar as 28 escolas municipais e solicitar um mapeamento das famílias com maior vulnerabilidade social. O Serviço de Nutrição passou a entregar Kits com hortaliças, legumes, pães e frutas, entre outros alimentos, para cada escola, que mensalmente repassa um kit para cada família. Se alguma família não está recebendo, deve contatar a direção do colégio. No ano passado, a média era de 600 kits entregues mensalmente. Para este ano, o objetivo é dobrar este índice.
Outra preocupação foi com os pequenos produtores rurais municipais, já que uma lei federal estabelece que, no mínimo, 30% dos alimentos comprados devem ser oriundos da agricultura familiar. Entretanto, a Prefeitura ultrapassa esse percentual e tem a meta de chegar a 80%.
Assim, na montagem dos kits, os itens comprados dos pequenos produtores foram priorizados. Bom para as crianças, que recebem alimentos saudáveis, e para os agricultores, que conseguem vender boa parte do que plantam.

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