Campani e moradores vão apresentar alternativa para retirar pedágio do Areião

Moradores e empresários do Areião não querem a praça de pedágio no bairro - Crédito: Guilherme Baptista/FN

O prefeito de São Sebastião do Caí, Júlio Campani, diz que está avaliando alternativas para propor para a mudança do local da nova praça do pedágio na ERS 122, que inicialmente seria entre os quilômetros 4 e 5, no bairro Areião. Campani pretende se reunir com os moradores ainda nesta semana para ver as opções e depois agendará uma nova reunião com os representantes da concessionária Caminhos da Serra Gaúcha (CSG), vencedora do leilão do Governo do Estado e que assumiu a rodovia em fevereiro deste ano através do projeto de concessão.

Pelo menos duas propostas de alternativas devem ser apresentadas. O prefeito ressalta a resistência dos moradores do Areião, devido aos grandes prejuízos que o pedágio naquele local traria para o bairro e o Caí. Por isso também não estariam aceitando negociar áreas de terra das margens da rodovia necessárias para a instalação.

De acordo com Campani, a concessionária aceitou estudar alternativas apresentadas pela Prefeitura e pelos moradores. A notícia positiva, de acordo com o prefeito, é que a empresa abriu uma porta para diálogo. Uma das preocupação é com o alto valor da tarifa, que seria de R$ 9,95, com cobrança na ida e volta, sem direito a isenção para os moradores locais.

O atual pedágio de Portão, onde a tarifa para automóveis em fevereiro subiu de R$ 6,50 para R$ 11,90, deverá ser desativado assim que as novas praças, na ERS 122 e no quilômetro 30 da ERS 240 em Capela de Santana (junto da divisa com Montenegro) entrarem em funcionamento, o que está previsto para fevereiro de 2024.

O diretor-executivo da CSG, Paulo Roberto Negreiros Sobrinho, diz que a concessionária se prontificou a ouvir sugestões para uma localização alternativa para a praça de pedágio, mas também segue buscando a negociação com proprietários de terras das margens da rodovia no Areião. Ele ressalta que o objetivo é causar o menor impacto possível para a população, comerciantes e usuários. Entretanto, lembra que devem ser resguardados os direitos previstos no contrato de concessão assinado com o Governo do Estado.

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