Cemitério atual está lotado e poderá se aproveitar uma área do município também no bairro Cinco de Maio - Crédito: Prefeitura

Em entrevista na rádio América, o secretário municipal de Viação e Serviços Urbanos, o ex-vereador Neri de Mello Pena, o “Cabelo”, informou que Montenegro terá que partir para a construção de um novo cemitério. Ele cita que o atual cemitério municipal, situado no bairro Cinco de Maio, junto aos cemitérios católico e evangélico, não tem mais espaço. E o número de sepultamentos aumentou nos últimos tempos, principalmente durante a pandemia.

Uma das áreas estudadas para o novo cemitério fica bem próxima do atual, na rua Padre Miguel Kellner, também na Cinco de Maio. O local, de cerca de 2 hectares, fica nos fundos do atual cemitério e é uma área pertencente ao município. Conforme “Cabelo”, o imóvel era destinado a um loteamento, que acabou não se concretizando.

Ainda é necessário fazer todo um estudo e processo, incluindo liberação ambiental, custos e como vai ser utilizado o espaço, se com a construção de sepulturas ou gavetas. Enquanto isso, já que necessita de vagas, a Prefeitura estuda a construção de mais gavetas no atual cemitério. E restos mortais que estão há mais de três anos em sepulturas da área pública do Cemitério Municipal estão sendo passados para o ossário, para que a “carneira”, possa novamente ser utilizada.

Nova organização

A Prefeitura já anunciou que o Cemitério Municipal está passando por um processo de reorganização, incluindo a terceirização dos serviços. Duas empresas devem ser contratadas. Uma delas ficará responsável pelos sepultamentos, exumações e destinação final de resíduos, como caixões e outros itens que vão para o túmulo junto com os corpos. A outra deverá realizar a limpeza e conservação do espaço.

O processo de contratação já iniciou, com a busca de orçamentos. Para a manutenção, devem ser destinados até R$ 11 mil mensais, sendo que a empresa fornecerá materiais, ferramentas e funcionários. Quanto aos sepultamentos, o limite é R$ 800,00 por trabalho. A média mensal é de 40 serviços por mês. Os dois contratos terão duração de um ano. Segundo o secretário “Cabelo”, a Prefeitura não tem servidores e nem a estrutura necessária para dar um atendimento à altura do que as pessoas merecem. Por isso a necessidade de terceirização.

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