Franciele de Oliveira Chagas, de 25 anos, mora no bairro Aeroclube - Reprodução/FN

No ano de 2016, Franciele de Oliveira Chagas, de 25 anos, descobriu que tinha um tumor cerebral. Moradora do bairro Aeroclube, em Montenegro, ela iniciou então a luta para enfrentar o problema. Primeiro era preciso ter um diagnóstico correto para iniciar o tratamento. “Ficamos três meses até achar um médico e que conseguisse fazer esse diagnóstico”, lembra Fran. “Essa doença está me destruindo e matando aos poucos”, completa.

Fran Oliveira necessita de medicamento com urgência
– Facebook/Reprodução

Franciele necessita de uma medicação que é o canabidiol para poder enfrentar a dor e problemas como convulsões. Só que o remédio tem um custo alto, de 2 mil reais o frasco, que dura apenas 25 dias. E a família não tem condições financeiras. Hoje ela não consegue comer e dormir. O medicamento não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e para conseguir só por via judicial, o que demora. Fran ingressou com o processo na Justiça, mas ainda não obteve retorno. Mãe de um casal de filhos, de 8 e 9 anos, já passou por 42 cirurgias e muitas internações. E teve outro problema grave. Conta que o médico pediu uma bariátrica porque estava muito acima do peso. Só que na cirurgia ocorreram complicações. “Torceu aquele pedaço do estômago que foi operado. Tive que fazer outra bariátrica. Perdi também a visão e a audição”, relata.

O canabidiol é a única forma de amenizar a dor e tratar a doença. Ela toma o medicamento duas vezes por dia. Entretanto, faz vinte dias que o último frasco terminou e a família não tem condições de comprar outro. O marido trabalha em dois lugares para tentar pagar as contas. Mas as despesas são muitas. Franciele ainda depende de outros medicamentos, como morfina, anticonvulsivo e para a tireóide. Enquanto necessita do canabidiol e outros remédios para suportar a dor, segue o tratamento para drenar o líquor cerebral em excesso, o que pode ocorrer através da colocação de mais uma válvula. Franciele já colocou outras duas, na cabeça e costas, justamente para drenar o líquor.

Foi criada uma vaquinha na internet (http://vaka.me/2352274), através da qual as pessoas podem fazer doações para ajudar Franciele a comprar o medicamento. As doações, em qualquer valor, também podem ser feitas pelo PIX 04234403067 em nome de Franciele de Oliveira Chagas. Contatos também podem ser feitos pelo telefone 981201652. “Estou sem nada de medicação. E não tenho dinheiro para comprar. Minhas forças estão acabando e não aguente mais sofrer. Por favor me ajudem”, postou Fran Oliveira, em sua rede social.

 

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