Saber Vencer e Saber Perder

Saber Vencer e Saber Perder (I)

Todo mundo gosta de vencer, né? É bom demais! A sensação de conseguir, de ver o esforço valer a pena e de ouvir as pessoas te parabenizando.
Saber Vencer e Saber Perder (II)
Mas vencer de verdade não é só ganhar. É ganhar sem pisar em ninguém. É não se achar melhor que os outros só porque, desta vez, deu certo para você. Afinal, hoje é você que está lá em cima, mas amanhã pode ser outra pessoa. E está tudo bem.
Saber Vencer e Saber Perder (III)
A vitória mais bonita é aquela que vem acompanhada de humildade. Sabe aquela pessoa que vence e, ainda assim, abraça quem perdeu? Que agradece e reconhece que não chegou lá sozinha? Essa pessoa venceu duas vezes: venceu no jogo e venceu no coração.
Saber Vencer e Saber Perder (IV)
Agora, perder… Perder dói. Dói mesmo! Dá vontade de chorar, de desistir, de dizer que não valeu a pena. Mas perder não é o fim. É apenas uma parte do caminho. Todo mundo que você admira hoje já perdeu muito na vida.
Saber Vencer e Saber Perder (V)
A diferença é que essas pessoas não ficaram presas à derrota. Levantaram, sacudiram a poeira e tentaram de novo, um pouquinho melhores. Saber perder é não ficar com raiva de quem venceu. É não inventar desculpas. É olhar para si mesmo e pensar: “O que posso aprender com isso?”
Saber Vencer e Saber Perder (VI)
Na vida, a gente vai perder muitas vezes. Vai perder uma vaga, um jogo, uma pessoa querida, um sonho que parecia tão perto. Se não aprendermos a lidar com isso, viveremos sofrendo. Mas, se aprendermos, cada queda se transformará em força.
Saber Vencer e Saber Perder (VII)
No fim das contas, vencer e perder trazem a mesma lição. Vencer nos ensina a ser gratos. Perder nos ensina a ser fortes. E a maior vitória de todas não é ganhar dos outros, mas vencer a si mesmo. É superar o orgulho quando se ganha e vencer a vontade de desistir quando se perde.
Quem entende isso nunca perde de verdade. Porque, mesmo quando o resultado não vem, sai maior, mais maduro e mais humano.
Saber Vencer e Saber Perder (VIII)
Os eleitores foram às urnas e, democraticamente, elegeram seus representantes. Assim foi no último domingo. Na soma dos votos, Luiz Inácio Lula da Silva foi o vencedor. É lógico que o resultado agradou a uma parcela dos eleitores e desagradou à outra. Faz parte do jogo.
Cabe aos vencedores comemorar a vitória. Aos chamados derrotados, mesmo que estejam tristes, cabe assimilar a derrota. Mas é importante que ambos saibam respeitar os diferentes momentos. Tanto as vitórias quanto as derrotas não são eternas. Os resultados mudam periodicamente. Hoje derrotados, amanhã vencedores.
Portanto, o que é momentâneo não justifica o ódio, a violência, as ameaças e as ofensas descabidas.
Saber Vencer e Saber Perder (IX)
Perder amizades, provocar conflitos familiares, denegrir a imagem de estabelecimentos comerciais, fazer ameaças de demissão e proferir ofensas em geral são atitudes desnecessárias e que não condizem com a liberdade de escolha em uma eleição democrática.
Quem votou em Lula não é dono da razão. E quem votou em Flávio Bolsonaro também não. Afinal, ninguém é dono da razão. Cada um votou conforme sua vontade pessoal, e essa escolha não depende da autorização de quem quer que seja. Simples assim!
Saber Vencer e Saber Perder (X)
É preciso ter humildade tanto na vitória quanto na derrota. Nesse sentido, lembro do Menino Jesus, que nasceu em uma humilde manjedoura. E, com isso, lembro que o Natal já está chegando.
Em vez de ódio e violência, que tal começarmos desde já a entrar no clima natalino? Precisamos ter consciência de que a eleição já passou e de que a vida continua.
Natal significa VIDA NOVA! É vida que segue para todos nós. Sem ódio, sem ofensas e sem mágoas. Com respeito e muita humildade.
E tenho dito!!!
E, com estas palavras, só me resta dizer: Inte…
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