Crédito: Reprodução/FN

A goleada de 5 a 0 sobre o Peru aliviou a tensão que pairava sobre a Seleção Brasileira. O conjunto de Tite, nem de longe, vinha repetindo o desempenho promissor dos compromissos que cumpriu antes da Copa da Rússia.

Aliás, apesar do insucesso no Mundial, houve uma certa resignação dos torcedores e da imprensa, com cobranças pontuais e isoladas ao trabalho do treinador gaúcho. Foi, praticamente, unânime a continuidade de Tite no comando técnico da seleção.

Algumas atuações pobres e o empate frustrante diante da Venezuela – que já não é mais um saco de pancadas, é verdade – fizeram o jogo virar. E vou além. Não sei se Tite resistirá no cargo se não vencer a Copa América. A competição é uma alternativa para tentar amenizar a, historicamente, frustrante campanha na Copa de 2014.

Tite, por onde passou, sempre mostrou ser pessoa de fortes convicções. Já foi premiado muitas vezes por isso, fato, mas não pode ignorar que alguns dos jogadores de sua preferência não estão tendo o desempenho esperado. A tempo, entretanto, viu que Everton Cebolinha não pode ser banco. Mas mais mudanças são necessárias.

A próxima parada da Seleção é contra o Paraguai, na Arena. Adversário de muito mais tradição do que qualidade, no contexto atual. Não dá para pensar em tropeçar.

Sem caras novas

Inter e Grêmio retomam as atividades sem novidades para seus torcedores, ainda que seja evidente a necessidade da busca de reforços. Os cofres do Tricolor devem, muito em breve, ser entupidos com recursos de uma possível venda de Everton ao futebol europeu.

No lado vermelho, a fartura financeira não é tão grande, tanto que os euros obtidos com a venda de Iago ao futebol alemão servirão para o pagamento de contas antigas. A diretoria, contudo, fala em buscar reforço(s) em nível de titularidade, caso apareça algum negócio de ocasião.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Deixe um comentário
Please enter your name here