Ex-deputado e ex-prefeito, Azeredo assume 16 dias como vereador e já fala em voltar a concorrer - Crédito: Guilherme Baptista/FN

Segundo suplente do PDT na Câmara de Montenegro, o ex-deputado e ex-prefeito Paulo Azeredo assume hoje, quinta-feira, dia 27, como vereador por um período de 16 dias. Ele substitui o vereador Talis Ferreira (PR), que entrou em licença. O primeiro suplente da coligação PDT/PR, Sérgio Souza, assumiu na semana passada em lugar de Erico Velten, que também entrou em licença.

Azeredo volta ao cenário político quatro anos após ter tido seu mandato de prefeito cassado em impeachment. Em 2016 ele concorreu a vereador e só mais tarde teve os votos validados, ficando como segundo suplente. Já em 2018 concorreu a deputado estadual, mas também sofreu impugnação na candidatura. Mostrando o diploma que recebeu da Justiça Eleitoral e garantindo que está com toda a documentação necessária, na sessão desta quinta-feira, às 19h, assume como vereador por cerca de duas semanas.

Paulo Azeredo iniciou sua trajetória política como vereador em 1988. Depois foi deputado estadual por cinco mandatos e prefeito. “É um resgate que emociona”, diz, sobre retornar à Câmara como vereador. Mesmo com poucos dias, diz que pretende realizar várias ações. Ontem de noite, quarta-feira, já participou de uma reunião com moradores da localidade de Volta do Anacleto, que reclamam que serão prejudicados com a interrupção do principal acesso pela BR 386 devido a instalação da praça de pedágio perto da divisa entre Montenegro e Nova Santa Rita. Também diz que vai destacar a situação da RSC 287, onde quando prefeito chegou a comprar sinaleiras para a instalação entre os bairros Santo Antônio e Panorama, mas até agora nada foi feito para aumentar a segurança.

Pré-candidato

Paulo Azeredo admite que pode voltar a concorrer no próximo ano. “Vamos concorrer sim. Para prefeito ou vereador”, diz. Ele entende que está apto para concorrer, não tendo mais pendências com a Justiça Eleitoral. Lamenta que algumas pessoas estariam tentando impedir que assuma na Câmara. “Temos o amparo legal”, garante. “Os montenegrinos estão pedindo a nossa volta”, conclui.

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