Depoimentos chegaram a ser iniciados, mas pandemia suspendeu trabalhos e prazo de 90 dias para conclusão encerrou - Arquivo/FN

Iniciou na tarde da última segunda-feira, dia 16, na Câmara de Vereadores de Montenegro, os depoimentos de testemunhas na comissão do processo de impeachment contra o prefeito Carlos Eduardo Müller (Kadu).

Os trabalhos foram coordenados pela presidente da comissão, vereadora Josi Paz, tendo mais a participação do relator, vereador Joel Kerber, e do vereador Felipe Kinn. As testemunhas foram questionadas pelos dois advogados – Alexandre Alves por parte da acusação e Jorge Fernandes na defesa.

A imprensa não pode acompanhar os depoimentos da denunciante Letícia da Silva e da diretora de licitação Andréia Rockembach. Também falaram o ex-diretor de trânsito Alex Sandro da Silva e o ex-secretário da fazenda Nestor Bernardes. A ex-funcionária pública Jasmin de Oliveira não compareceu.

A denúncia de Letícia é de que teria ocorrido o pagamento de propina por parte da empresa responsável pelo recolhimento de lixo. O advogado de defesa do prefeito entende que a denunciante não apresentou provas de que o prefeito ou secretários tenham recebido valores. Informou, inclusive, que pretende entrar com uma ação na Justiça para suspender o processo. Já o advogado de acusação diz que em seu relato a denunciante garante que viu os pagamentos de propina.

Os depoimentos devem continuar na próxima segunda-feira, dia 23.

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