Imagem ilustrativa/internet

O Vale do Caí registrou mais mortes de pacientes com coronavírus nos últimos dias. Em uma semana ocorreram sete óbitos de pacientes que tiveram Covid-19 confirmado.

Só na última segunda-feira, dia 28, foram confirmados três óbitos. São Sebastião do Caí teve o sétimo óbito associado à Covid-19, de um homem de 58 anos que tinha doenças pré-existentes e estava internado na UTI do Hospital Sagrada Família. Feliz confirmou a quarta morte, de paciente de 76 anos com coronavírus, que estava internado fora do município. E Montenegro registrou a vigésima morte de paciente com a doença, de uma mulher de 83 anos. Na sexta-feira passada, dia 25, Montenegro já tinha confirmado outras duas mortes de idosas com 82 e 83 anos. E outra mulher, de 86 anos, faleceu na terça-feira da semana passada. Portão também confirmou mais um óbito, de uma mulher de 68 anos, na última sexta-feira.

A região totaliza até o momento cerca de 3.633 casos confirmados, dos quais 3.092 estão recuperados e ocorreram 60 óbitos associados ao coronavírus somando as vinte cidades integrantes da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc).

O Rio Grande do Sul registrou ontem, terça-feira, 2,768 novos casos de Covid-19 e mais 77 óbitos ocorridos entre 15 e 29 de setembro. O total de casos confirmados no Estado é de 188.253, dos quais 174.681 (93%) estão recuperados e ocorreram até o momento 4.724 mortes associadas à doença. Conforme o mapa definitivo do sistema de distanciamento controlado, anunciado na segunda-feira, todo o Estado está em bandeira laranja, de risco médio, permitindo a flexibilização do comércio e serviços.

As mortes por coronavírus superaram 1 milhão no mundo e o número de casos confirmados supera a marca de 33 milhões. O Brasil é o país com o segundo maior número de vítimas fatais – mais de 142 mil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A Organização mundial da saúde alertou que o número de mortes no mundo ainda pode superar 2 milhões antes que uma vacina eficaz seja amplamente usada. A preocupação agora é com uma segunda onda na Europa, onde os números voltaram a crescer nos últimos dias. E isso pode acontecer depois também no Brasil. Por isso a importância de continuar com a prevenção.

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