Nas pontes estreitas do Matiel os acidentes e congestionamentos são constantes, sendo um obstáculo para o desenvolvimento da região - Arquivo/FN

Os prefeitos e lideranças do Vale do Caí estarão reunidos na manhã desta sexta-feira, dia 22, no campus da UCS, em São Sebastião do Caí. A partir das 9h acontece a assembléia geral da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc) e do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede), Na ocasião, estarão sendo eleitas as novas diretorias das duas entidades, sendo que a Amvarc é composta pelos prefeitos. O atual presidente é o prefeito de Maratá, Fernando Schrammel. E o presidente para o próximo biênio deverá ser o prefeito de Pareci Novo, Oregino José Francisco. Já no Corede/Codevarc deverá continuar como presidente Alzir Bach, de São Sebastião do Caí.

A reunião também deverá ter a presença do vice-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e diretor de planejamento e financeiro, Luiz Corrêa Noronha. Ele vai falar sobre a seleção de projetos que podem receber financiamento e participará de um workshop sobre os projetos do plano estratégico de desenvolvimento regional 2015/2030. Entre os projetos que a região busca recursos estão para redução das enchentes, melhorias nas rodovias e atendimento de média complexidade na saúde.

Prefeito de Pareci Novo, Oregino Francisco, deverá ser o próximo presidente da AMVARC
– Arquivo/FN

Oregino destaca que outra demanda importante é sobre a nova ponte sobre o rio Caí, na ligação entre Pareci Novo, Harmonia e São Sebastião do Caí. Ele considera que poderiam ser repassados recursos do pedágio de Portão para a RS 124, incluindo a nova ponte. Atualmente a travessia é feita pelas três pontes estreitas do Matiel, onde só passa um veículo de cada vez, ocasionando acidentes e transtornos. Ele também protesta contra o mau estado de algumas rodovias da região, principalmente a RS 411, que liga Montenegro a Brochier e Maratá, que teve sua obra abandonada em outubro do ano passado e está em condições muito precárias. “Tem que fechar a estrada. Protestar como uma medida extrema. É um crime o que está ocorrendo”, critica.

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