Últimos shows do humorista acontecem neste sábado, mas o Circo Metropolitano vai continuar até o próximo final de semana com várias atrações - Reprodução/FN

O humorista Marco Antonio Gil Ricciardelli, mais conhecido como “Marquito”, é sobrinho do apresentador Raul Gil e tem feito grande sucesso fazendo imitações no Programa do Ratinho, do SBT. Também é vereador em São Paulo.

Marquito já participou de espetáculo na sexta-feira e se apresenta também neste sábado
– Crédito: Circo Metropolitano

“Marquito” iniciou a carreira aos 18 anos e trabalhou no programa do seu tio, Raul Gil. Também atuou no Clube do Bolinha, na TV Bandeirantes, imitando cantores. No Programa do Ratinho ficou famoso por apanhar dos convidados que faziam exame de DNA e também pelas dublagens musicais.

Além das participações no Programa do Ratinho, “Marquito” realiza shows de humor pelo país, principalmente fazendo imitações. E ele está participando neste fim de semana de shows no Circo Metropolitano, que está montado em Montenegro, próximo da Delegacia de Polícia. A estreia foi ontem, sexta-feira, dia 20, com boa presença de público. Neste sábado, dia 21, os espetáculos acontecem às 17h e 20h30.

Marquito deu entrevista na Rádio América para o radialista Edson Maciel
– Crédito: Edson Maciel

São as últimas oportunidades de ver o show de humor do Marquito. Depois o circo Metropolitano segue com suas demais atrações, no domingo, 17h e 20h30, e durante a semana às 20h30, com palhaços, Hoem Aranha, menina Borracha, Show da Luta, Homem de Ferro, Os Minions, mágicas, trapezistas, táxi maluco, globo da morte com motos e bicicletas.

Circo Metropolitano

Adão Firmino conta que o Circo Metropolitano já está em sua quinta geração e deve ficar em Montenegro até o próximo final de semana. “Sou do tempo que trabalhava com Teixeirinha e Mary Terezinha”, recorda o paulista com 35 anos no Circo Metropolitano. “Já fiz de tudo no circo. Comecei no Paraná como montador. Já fui trapezista e no Globo da morte. Hoje sou palhaço também”, conta.

Adão conta a história dos 35 anos do Circo Metropolitano
– Crédito: Guilherme Baptista/FN

Adão, que tem a família trabalhando no circo, lembra o tempo que participavam animais, como leões e macacos. “Tomei um prejuízo de 50 mil reais”, diz, com a proibição de animais em circos. Conta que os circos tiveram de se adaptar e com muita criatividade concorrer com a televisão, internet e outras tecnologias. “Hoje está bem mais difícil. Pouco apoio. Temos que inventar, criar novidades”, conta, sobre as dificuldades para manter atualmente os circos. E mesmo assim consegue fazer sucesso, divertindo crianças e adultos.

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