Faz 19 anos que Maristela Sawicki de Oliveira sumiu da Vila São Martim e familiares nunca mais tiveram notícias - Reprodução/FN

Um pai está oferecendo 3 mil reais para quem tiver alguma pista concreta sobre sua filha que desapareceu do bairro São Martim, em São Sebastião do Caí, faz 19 anos.

O pai, Pedro Sawicki, diz que não tem notícias da filha Maristela Maria Sawicki de Oliveira desde 2001, quando ela tinha 26 anos. Conta que ela era casada e tem um filho que na época tinha 4 anos, hoje está com 23. A última informação sobre a filha, conforme o pai, é de que ela teria ido ao Vale do Sinos, e desde então a família vive a angústia de não saber o que aconteceu. Hoje ela estaria com 39 anos. Foi feito registro na Delegacia do Caí, mas a Polícia também não conseguiu descobrir o seu paradeiro. Pedro diz que sua esposa Angelina, mãe de Maria, chora até hoje de saudade da filha, sem saber se está viva ou morta.

O aposentado acredita que com a divulgação no jornal e pela internet, que tem um alcance para milhares de internautas, mais a oferta de recompensa, possa surgir alguma pista.  Qualquer informação pode ser passada através do telefone 99842 9577.

O desaparecimento

Na época do sumiço de Maristela Maria, a faxineira Angelina Sawicki contou que percorreu hospitais, necrotérios, empresas de ônibus e outros locais, além de espalhar fotos da filha em pontos públicos de várias cidades. Desesperada, chegou a procurar até cartomante.

Fotos de Maristela foram publicadas em jornais e cartazes
– Reprodução/FN

São 19 anos de uma espera angustiante. Na época a filha trabalhava como vendedora de lingerie e morava com o marido no Caí há seis anos. Até hoje ninguém sabe explicar o que aconteceu. Maristela sumiu sem ter levado sequer uma peça de roupa. O marido, na época, contou que saiu cedo de casa, em 12 de junho de 2001, e quando retornou só encontrou o filho. A esposa teria informado que pegaria um ônibus para São Leopoldo para vender as roupas íntimas que fabricava. Motoristas e cobradores da empresa que faz a linha para o Vale do Sinos garantiram que ela não embarcou em nenhum ônibus para São Leopoldo. E o caso continua sem pistas. Enquanto isso, os pais, familiares e amigos vivem uma angústia interminável.

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