Ministério Público e Polícia Civil realizaram operação contra organização criminosa ligada ao tráfico de drogas - Crédito: MP

O Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – Núcleo Lavagem de Dinheiro, desencadeou na manhã desta quinta-feira, 24 de setembro, em conjunto com a Polícia Civil (por meio das Delegacias de Repressão aos Crimes de Lavagem de Dinheiro, DRLD/GIE e DRLD/Denarc), operação para cumprimento de mandados de prisão, busca e apreensão e de indisponibilidade de bens.

A ação ocorre em desdobramento das Operações Água e Magna Ópera, deflagradas em maio deste ano, a fim de desarticular uma organização criminosa voltada à lavagem de capitais provenientes do tráfico de drogas. Com o prosseguimento das investigações, foi decretada a prisão preventiva de um dos principais líderes de uma facção criminosa estabelecida no Rio Grande do Sul, com sede no Vale do Sinos. Conforme o MP, mesmo em prisão domiciliar, ele seguia comandando um esquema de distribuição de grandes quantidades de droga a diferentes grupos criminosos gaúchos. O líder da organização criminosa foi localizado e preso em Novo Hamburgo.

Foram cumpridas 13 ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão (uma pessoa não foi localizada e é considerada foragida), seis mandados de busca e apreensão e cinco medidas constritivas de indisponibilidade de imóveis e veículos nas cidades de Novo Hamburgo, Portão, Brochier e Itapema/SC. Dentre os bens atingidos pela indisponibilidade estão veículos de luxo e imóveis rurais no Rio Grande do Sul e no Piauí, identificados na segunda fase da investigação.

Na primeira fase da investigação, já haviam sido cumpridos cerca de 340 medidas judiciais, incluindo indisponibilidade de bens, quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático, e mandados de busca e apreensão.

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