- Reprodução/FN

Durante o período da pandemia, em que as pessoas têm procurado ficar mais em casa para evitar o avanço do coronavírus, tem aumentado os registros de casos de violência doméstica. Com a quarentena, as vítimas têm tido mais contato com agressores. Soma-se a isso problemas financeiros, embriaguez e outros. “Esse fenômeno tem se verificado em todo o Estado”, lamenta a delegada Cleusa Spinato, titular da Delegacia da Mulher (DEAM) no Vale do Caí. É importante as mulheres denunciarem os casos, seja de ameaça, agressão e até crimes sexuais. As denúncias podem ocorrer para a Brigada Militar no telefone 190, Polícia Civil no 197 ou no Disque Denúncia 180.

Em alguns casos os agressores estão sendo presos graças a rápida ação da Brigada Militar e da Polícia Civil, com o apoio do Judiciário e base na Lei Maria da Penha. Na semana passada ocorreram prisões em São Sebastião do Caí e Montenegro. E ontem, sábado, dia 4, aconteceu mais uma prisão no Caí.

Vítima hospitalizada

Na tarde de ontem, em torno de 16h, a guarnição da Força Tática da Brigada Militar do Caí, durante o patrulhamento se deparou em via pública com uma mulher, de 46 anos, pedindo socorro, apresentando vários hematomas no rosto, olho e sangramentos na cabeça. Segundo a BM, ao ser indagada, ela disse ter sido agredida pelo seu companheiro. A vítima foi encaminhada pelo Samu ao Hospital Sagrada Família, ficando internada devido aos ferimentos.

O acusado, de 58 anos, foi preso no pátio de sua residência, no Loteamento São José, e preso em flagrante. Ele foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi lavrado o flagrante e arbitrada fiança de R$ 5 mil pela autoridade policial. Como não foi efetuado o pagamento, permanece detido na DPPA, aguardando vaga no sistema prisional.

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