Primeira edição da Parada Livre foi no ano passado no Parque Centenário - Prefeitura/Reprodução

Está confirmada a realização em Montenegro da 2ª Parada Livre. Também conhecida como Parada Gay, o evento tem data marcada para 25 de novembro, um domingo. O local que ainda não está definido. Em razão dos problemas de estrutura do Parque Centenário, como de eletricidade e banheiros, provavelmente será na Estação da Cultura.

Uma reunião foi realizada ontem na Câmara de Vereadores e outro encontro está marcado para a próxima semana
– Reprodução/FN

Segundo Ezequiel de Souza, na última quarta-feira, dia 26, ocorreu uma reunião na Câmara de Vereadores, com a participação do Coletivo Íris, mais a vereadora Josi Paz, presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, e a diretora de cultura, Priscila Nunes. Na ocasião foi buscado apoio para a realização da Parada Livre. Uma nova reunião na Câmara, para a qual deverão ser convidados demais vereadores, Prefeitur, Brigada Militar, Polícia Civil, Sine e Coletivo Íris, foi aprovada por unanimidade na noite desta quinta-feira para tratar da criação da Semana do Orgulho LGBTT. A reunião está programada para sexta-feira da próxima semana, 5 de outubro, às 14h, na própria Câmara.

No ano passado a primeira edição da Parada LGBTT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), ocorreu em outubro no Parque Centenário e teve boa participação. O evento, que teve como tema “Juntos somos iguais, sem diferença”, contou com shows de drag Queen, bandas, escola de samba e outras atrações. O evento teve a presença de autoridades, como o prefeito Kadu Müller e vereadores.

No ano passado a 1ª Parada Livre teve boa participação e agora deverá ter uma semana de debates
– Reprodução/FN

Para este ano, conforme Ezequiel, a programação da segunda edição deverá ter outro formato. De acordo com Ezequiel, a idéia é fazer uma semana de discussões, com painel sobre temas como segurança, educação e saúde. Deverão ser tratados temas como bullying, formas de abordagens da polícia as pessoas trans e outros assuntos. “A Parada Livre é um ato de confraternização, mas também político”, diz Ezequiel, lembrando que o Coletivo Íris costuma receber denúncias relativas a homofobia e que são encaminhadas para as autoridades policiais. A idéia é encerrar a programação com a Parada Livre.

Deixe seu comentário