Antônio Martins Rodrigues, o “Antônio Gaúcho”, está sendo velado no Caí e será sepultado em Bom Retiro - Reprodução/FN

Antônio Martins Rodrigues, também chamado de “Antônio Gaúcho”, era bastante conhecido e estimado. Natural de Bom Retiro do Sul, veio para o Caí faz cerca de 50 anos. Como trabalhava no campo, conseguiu emprego como caseiro numa chácara.

Conforme familiares, Antônio sempre foi muito ligado ao tradicionalismo e a lida com os cavalos. Trabalhou como domador, tinha cancha de rodeio e de corrida de cavalo. Mesmo com a idade avançada, com 80 anos gozava de boa saúde e disposição. Segundo os amigos, gostava de contar causos, principalmente gaúchos. Morava em Campestre de Santa Terezinha, perto da empresa Agrosul.

Desde jovem, Antonio sempre foi muito ligado aos cavalos e ao tradicionalismo
– Reprodução/FN

Seu Antônio costumava caminhar até o centro e outros locais. No início da noite da última segunda-feira, dia 25, por volta de 20 horas, ele estaria indo de encontro à atual esposa, Neusa de Vargas. Um neto chegou a lhe acompanhar até um pedaço do caminho, mas acabou voltando para casa. Ao atravessar a rodovia, na altura do quilômetro 14 da RS 122, no bairro Angico, perto do Inácio Pneus, acabou sendo atropelado por um veículo Renault Duster, com placas de Bento Gonçalves. Conforme os Bombeiros Voluntários do Caí, que estiveram no local, o idoso não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve morte instantânea.

O velório de Antônio acontece na capela mortuária da Funerária Hartmann do Caí. A despedida está prevista para a manhã desta quarta-feira, quando após encomendação, às 8h30 o corpo sairá para Bom Retiro do Sul, sua terra natal, onde acontece o sepultamento. Além da esposa, Antônio deixa filhos, netos e demais parentes e muitos amigos.

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