- Imagem ilustrativa/internet

A Brigada Militar de São Sebastião do Caí informou que na noite passada, de quarta-feira, dia 3, ocorreram várias ligações para estabelecimentos comerciais de São Sebastião do Caí no golpe do falso policial. O mesmo já tinha ocorrido também na Feliz. E conforme o comandante do 27º BPM, major Oberdan do Amaral Silva, os comerciantes devem ficar em alerta. Os golpistas estariam utilizando o nome e até foto de um tenente-coronel que já trabalhou no Caí e na Feliz.

A Brigada mostrou gravações das ligações em que um golpista se passa por tenente e na Feliz pede a tele-entrega de um lanche (xis), recarga de celular e até de remédios. O funcionário da lancheria suspeitou do pedido. O falso PM informou que inclusive daria uma gratificação a mais quanto às compras na farmácia. Mas o funcionário resolveu antes fazer um contato com a Brigada e aí descobriu que se tratava de um golpe. Os PMs tentaram contato com o golpista, para buscar a sua localização e prisão, mas ele não respondeu mais.

No Caí, ontem de noite, ocorreram também várias ligações para estabelecimentos. Com a mesma forma de atuação, um estelionatário se passa por policial militar e faz pedidos, solicitando também para que os motoboys passem em uma farmácia e efetuem recargas de telefone celular. As ligações, feitas de telefones celular, têm código DDD 53. Até por volta de 23h30 de ontem teriam ocorrido pelo menos quatro ligações do golpe, que chegaram ao conhecimento da Brigada.

A Brigada Militar alerta para as pessoas tomar cuidado e em caso de suspeita deve ser feito contato com o telefone 190. A BM não utiliza de contato telefônico para pedir dinheiro, cartão de celular e outras solicitações. Em pesquisa na internet foi verificado que o mesmo tipo de golpe tem sido aplicado em diversas cidades do país. Em algumas cidades chegaram a ser levados alimentos e remédios para unidades da Polícia Militar, sem que as solicitações tenham partido da corporação. Era um pretexto dos golpistas, que tem interesse mesmo na recarga de celular, sendo que em alguns casos a suspeita é de que as ligações são de apenados de dentro de presídios, como já acontece em outros golpes.

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