Rafael Silva, o Rafinha, sofreu lesões no rosto, fratura e outros ferimentos - Reprodução/FN

Na tarde da última segunda-feira, dia 9, pouco antes das 17h, o comerciante caiense Rafael Junior da Silva, o “Rafinha”, de 33 anos, sofreu um acidente na RS 124, altura da localidade de Várzea do Pareci. Rafinha é dono da lancheria Chaves Burger no bairro Vila Rica, em São Sebastião do Caí, e também trabalha como vigia de banco. Ele retornava de Montenegro, onde estava trabalhando, quando houve a colisão envolvendo o seu automóvel Celta e um Focus, em frente a Sociedade da Várzea, no cruzamento da RS 124 com a rodovia Transcitrus, que liga com Despique e São José do Sul. O local é bastante perigoso, já que mesmo com o intenso movimento não existe um trevo de acesso. Aliás, a RS 124, que liga Montenegro, Pareci Novo, Harmonia e São Sebastião do Caí, além da falta de sinalização, trevos de acesso e acostamentos, está bastante esburacada e com ondulações, o que aumenta o risco de acidentes.

Celta de Rafael ficou com a frente destruída no acidente ocorrido na RS 124
– Reprodução/FN
Cruzamento entre RS 124 e Transcitrus não tem trevo de acesso
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No mesmo dia que houve a colisão entre o Celta e o Focus aconteceram pelo menos mais dois acidentes no mesmo trecho da RS 124. A motorista do Focus teria sofrido lesões leves, tendo alta do hospital logo após receber os primeiros socorros. Já Rafael teve lesões mais graves. Ele foi levado para o Hospital Montenegro ainda inconsciente. “Só acordei duas horas depois do acidente”, recorda. Sofreu muitas lesões no rosto, como no nariz, boca e supercílio, além de pulso, pernas e outras partes do corpo. Mesmo após sair do Hospital Montenegro, diz que as dores continuavam. Procurou então o Hospital Sagrada Família, do Caí, onde através de exame de raios x foi constatada fratura no cóccix, que é um osso localizado no final da coluna lombar, próximo das nádegas. Isso tem lhe causado muita dor e será necessário um tratamento de três a quatro meses, a base de medicamentos.

Rafinha, de 33 anos, é dono de uma lancheria na Vila Rica e também trabalha de vigilante
– Reprodução/FN

Rafael diz que já se acertou com a motorista do Focus, a qual tem seguro que deve cobrir os prejuízos materiais do acidente. Mas ele está de licença do trabalho como vigilante e teve que contratar outra pessoa para fazer a tele-entrega dos lanches de seu estabelecimento. Aos poucos, está se recuperando e já tem ficado no balcão da lancheria, sem poder se movimentar muito. Ele alerta para os perigos da RS 124, que é estadual, de responsabilidade do Daer, e pede providências  para as autoridades.

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