Arma facilita imobilização de suspeitos e dificilmente tem ação letal (Crédito: Brigada Militar/Divulgação)

Nos últimos dias, o Pelotão da Brigada Militar de Salvador do Sul passou a contar em suas atividades com uma Spark, arma de condutividade elétrica. O equipamento emite impulsos com alta voltagem e baixa amperagem, na mesma frequência das ondas cerebrais, agindo no sistema neuromuscular do indivíduo e assim o neutralizando.

A arma tem menor potencial ofensivo e assim contribuiu para a preservação da integridade física. Ela foi encaminhada ao batalhão salvadorense a partir de uma solicitação feita pelo comandante da unidade, tenente Ênio Fernando Pastório.

Entre os sintomas que causa estão ação de soltura e contrações mínimas dos músculos e choque que tende a derrubar o agressor. Pode ser utilizada em casos de resistência à prisão, desobediência e desacato e ainda quando de grave ameaça e risco à integridade física e à vida do policial, do próprio indivíduo ou de terceiros.

“É mais uma ferramenta que temos antes de usar as armas de fogo. A Spark em raríssimos casos pode ser letal. Será muito importante no nosso trabalho”, assinala Pastório.

Ainda conforme o tenente, alguns dos brigadianos em atuação em Salvador do Sul já passaram por treinamento para utilização da nova arma.

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