Há mais de 100 anos a Sociedade Canadense de Medicina recomendou o jejum intermitente como forma de preservar a saúde, evitando com isso o surgimento de inúmeras doenças.

A palavra intermitente é definida como “não continuo” que apresenta interrupções ou suspensões. O jejum intermitente é conceituado como aquele jejum que sofre interrupções. Algumas horas se faz jejum alimentar e outras se ingere alimentos. É compreendido como jejum noturno, não se come quando dormimos, e de manhã se restringe os hidratos de carbono até se realizar uma refeição completa, após 16 horas.

Deve ser realizado três vezes por semana, onde se obtém um melhor resultado.

Aquelas barriguinhas e pochetes são eliminadas além de ocorrer perda de peso corporal. Que são aquelas gorduras mal localizadas de difícil eliminação. O açúcar é o vilão da dieta alimentar e não as gorduras saturadas como tanto tempo foram responsabilizadas no processo de adoecimento. Com esse jejum intermitente são liberados o glucagon e a epinefrina, que são hormônios responsáveis pela queima de gorduras mal localizadas.

Eventualmente podem ocorrer efeitos secundários, como cefaléia e até enxaquecas, no grupo das cefalalgias. Mas nada insuportável e passível de tratamento medicamentoso analgésico.

Na verdade com o jejum intermitente ocorre o processo de autofagia, onde liberamos as gorduras mal localizadas para serem destruídas, como calorias desnecessárias.

Sempre é bom lembrar que necessitamos da ingesta hídrica de 30ml/kg/peso, que favorece a circulação sanguínea, renal, hepática e cerebral. Lembrando que a água ionizada é recomendada, por ajudar e retirar os radicais livres que tanto mal fazem para a saúde corporal, sendo causa inclusive do envelhecimento.

O modismo alimentar sempre ocorreu em diferentes fases do metabolismo corporal, mas o jejum intermitente talvez seja o mais indicado para permanecer como o mais saudável no futuro da humanidade.

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