A ligação da D-ribose com a função cardíaca foi descoberta em 1973 pelo fisiologista Zimmer na Universidade de Munique.

A D-ribose é um sacarídeo componente do ATP (Adenosin Trifosfato), a molécula que fornece energia ao corpo para todas as atividades. Sem a D-ribose não haveria ATP e sem o ATP não haverá energia. A D-ribose é um dos materiais mais importante na formação do ATP. Uma carência de D-ribose significa uma carência de ATP, no coração é uma péssima noticia. Ocorre falência cardíaca.

A D-ribose é sintetizada em cada célula do corpo, mas muito devagar e com níveis variados de produção. O fígado, a córtex da suprarenal e o tecido adiposo produzem bastante D-ribose, que são usadas para produzir especialmente hormônios.

A D-ribose produzida por esses tecidos necessitam serem usadas de imediato e não podem ser transferidas para outros tecidos que poderiam precisar delas, como por exemplo, o coração. O coração, os músculos esqueléticos e o cérebro, só conseguem produzir a D-ribose suficiente a sua necessidade diária. Logo deficiência cardíaca de oxigênio e situações estressantes não dispõem do mecanismo metabólico requerido para  improvisar a D-ribose necessária, para repor a energia perdida.

Uma dose adequada de D-ribose produz melhoras nos sintomas cardíacos muito rapidamente. Se a resposta inicial for fraca a dose deve ser aumentada. A dose pode ser aumentada com mínimos efeitos colaterais, de 5g até 20g diárias em pacientes com insuficiência cardíaca avançada, ou mesmo fibromialgias graves ou doenças neuromusculares.

O coração é o tecido de maior atividade metabólica no corpo e por isso, ele exige uma quantidade enorme e constante de moléculas de energia ou ATPs. As células do músculo cardíaco queimam gorduras como combustíveis de modo que o coração é especialmente vulnerável até mesmo a deficiência sutil nos fatores que contribuem para o fornecimento de ATP, como a coenzima Q10, o D-ribose e a L-carnitina e a outra é o dimalato de magnésio, chamado de “quarteto incrível” pelo prof. Dr. Steffen Sinatra, cardiologista americano,  no seu livro “O mito do colesterol”, onde relata as virtudes destas vitaminas, coenzimas e minerais para a saúde cardiológica.

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