Divulgação/FN

Se tivermos que resumir a composição de um mapa astral – a nossa mandala astrológica -, dito de forma bem simplista, temos doze casas, doze signos, o ascendente, os planetas do sistema solar, mais o Sol e Lua, que são chamados de luminares. Além disso temos a roda da fortuna e os nodos lunares, grifos menos conhecidos porém pontos que também nos dão pistas muitos preciosas sobre a pessoa analisada. São as interações entre todos esses elementos citados, que constituem o mapa astral, daí podemos intuir sua enorme complexidade. Entretanto, o trio mais elementar é formado pelo signo solar, o signo ascendente e a lua. Eles são a chave para entendermos o grande conjunto como um todo.

O signo solar é o nosso signo principal, determinado de acordo com o dia do nosso nascimento, como popularmente os horóscopos difundiram. É o signo onde o Sol estava no momento do nosso nascimento, aquele que todo mundo sabe responder prontamente, se perguntado. Esse signo solar vai determinar a nossa essência, tudo aquilo que somos e expressamos, por natureza pura. Ele vai ser a energia que nos move, aquela sem a qual não vivemos, é portanto a nossa energia vital. Também por isso é tido como o signo principal, por ser o nosso verdadeiro combustível na vida e o centro do nosso Eu.

Já o signo ascendente, aquele que estava surgindo no horizonte leste do céu no momento do nosso nascimento, determina a aparência física, a constituição, as qualidades do Eu, a parte de você que as pessoas veem e sentem primeiro. Ele é sempre o signo localizado na cúspide da casa de número um da mandala, sendo assim o responsável pela esfera da nossa individualidade e identidade. O ascendente determina a imagem primeira que passamos e é o veículo por meio do qual atuamos no mundo, ele é o horizonte que perseguimos na vida e a forma como nos colocamos no dia a dia.

Laura Arruéh
Terapeuta Reiki e amante da Astrologia
Formação: Publicitária, Mestre em Comunicação /Aline Vogel Fotografia

A lua, por sua vez, representa as nossas emoções e sentimentos, a forma como lidamos com eles, ela fala sobre a maternidade, a fertilidade, sobre a nossa mãe e o feminino. Também diz respeito às nossas memórias e é associada ao signo de câncer, regendo esse signo e também o subconsciente. A lua fala de onde nos sentimos confortáveis e mostra onde agimos de maneira mais instintiva, também denota a área em que podemos enfrentar certa instabilidade.

Esse é o tripé que serve de base para uma primeira abordagem sobre um mapa astral. São diversos outros elementos dentro dessa mandala astrológica fascinante, objeto de nosso estudo, e vamos falar de cada um deles nos nossos próximos encontros. A astrologia é tão vasta quanto o céu e cabe a nós desvendarmos seus mistérios com curiosidade e paixão.

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