Exemplo de um mapa astral. Cada mapa constitui um SER – único e irreproduzível /Divulgação

Um mapa astral (também chamado mapa natal) é basicamente um gráfico que mostra como o céu estava no momento em que você nasceu, a posição exata dos astros e dos signos em relação à Terra em determinado dia. Ele é composto por doze casas (uma para cada um dos signos do zodíaco), elas são cenários da sua vida aonde os planetas (nelas distribuídos) entram em ação. Cada planeta tem sua identidade, sua energia, suas atividades e suas “missões”,  dependendo do lugar em que ele está agindo no mapa, desencadeia determinadas reações. É importante dizer que nunca existirão dois mapas iguais, pois cada mapa constitui um SER – único e irreproduzível. Todo mapa leva em conta (é imprescindível sabermos) o dia, o horário e a cidade de nascimento do seu dono. Assim, forma-se a imagem desse céu, do dia do nosso primeiro suspiro na Terra.

Voltando um pouquinho, são doze as casas expressas no mapa, uma pra cada signo. Os doze signos estão, por sua vez, distribuídos em quatro elementos (fogo, terra, ar e água), sendo assim, três signos por elemento. Cada signo tem também um planeta que o rege, por exemplo, Marte rege o signo de  áries, Vênus rege os signos de touro e libra, e assim por diante. Tudo isso vai dando base e fundamento para toda a leitura que é feita ao interpretar um mapa astral (onde é feito o cruzamento de todas essas informações), essa ferramenta fantástica de autoconhecimento. No mapa encontramos não apenas nossas qualidades e potenciais, mas também os grandes desafios que nos foram propostos nesta vida, através das relações que esses planetas todos estabelecem entre si (expresso através de traços/linhas no gráfico/mapa). Esta é a grande riqueza de um mapa, pensarmos os conflitos ali mapeados como oportunidades para o autodesenvolvimento. 

Afinal, conhecer nosso potencial não é suficiente, precisamos transcender aquilo que está dado, buscando ir mais a fundo. Mas afinal, como eu posso ser a melhor versão possível de mim mesma? É isso que busco explorar, sempre que estudo e desvendo o mapa de uma pessoa. Procuro mostrar a ela, ou apenas lembrá-la, quem ela é (todos seus pontos fortes precisam ser exaltados) e também trabalhar as questões que aparecem como embates, que vem a ser os desafios que essa pessoa está encontrando na sua caminhada. No mapa encontraremos inúmeras forças agindo, energias em potência, que servem ao bem e ao mal, no sentido que podem ou não serem aproveitadas pelo indivíduo. É um mergulho muito profundo e é preciso grande intuição para alinhar tanta informação.

Laura Arruéh
Terapeuta Reiki e amante da Astrologia
Formação: Publicitária, Mestre em Comunicação /Aline Vogel Fotografia

Acima de tudo, um mapa representa a vibração da pessoa, pois acredito que tudo à nossa volta é energia. Da mesma forma que o ser humano é complexo, é o seu mapa, entretanto, é extremamente gratificante poder traduzir para as pessoas todo esse conhecimento milenar. E a medida em que vamos aprofundando nosso mergulho, mais cristalino tudo vai ficando. Na prática, se conhecer é ter consciência do nosso ser, quem somos, do que gostamos, o que nos faz bem e isso é essencial para vivermos melhor. Essa qualidade de vida só nos traz mais e mais alegria e harmonia, e no fundo é só isso que cada um de nós busca e anseia, não é mesmo?

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