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Que noite de quarta será esta próxima, senhores. Flamengo e Grêmio irão a campo para brigar pelo posto de representante brasileiro na final da Libertadores. Confronto daqueles que promete marcar época, pela qualidade dos envolvidos e lógico, por tamanha importância.

Os cariocas entram com ligeira vantagem no Maracanã, após o empate com gols no jogo de ida. O futebol e os resultados do conjunto do português Jorge Jesus, que veio sim para quebrar paradigmas no país, enchem os olhos e deixam a maior torcida brasileira em completa euforia. É time que será lembrado por muitos anos, se manter esse embalo.

Agora, o Grêmio já provou inúmeras vezes que cresce na adversidade, além de ter um retrospecto notável em copas. Aliás, num dos templos sagrados do futebol mundial, o Tricolor tem um de seus capítulos inesquecíveis: a conquista da Copa do Brasil de 1997, diante do Flamengo de um certo Romário.

Nenhum resultado será absurdo no Rio. Quem passar, chegará com muita banca para a finalíssima, em Santiago – isso se a ideia da Conmebol de realizar o confronto derradeiro no Chile persistir, diante do colapso político local. Do outro lado, bem provável que apareça o River, que construiu vantagem consistente diante do eterno rival Boca Juniors.

Não tem tu, vai tu mesmo

O Inter flertou com Roger e com Tiago Nunes. Até Luxemburgo foi comentado. Um acerto teria sido encaminhado com o argentino Coudet, mas esse só quer se apresentar no Beira-Rio no início de 2020.

E lá se foi a diretoria colorada buscar um “tampão” para o resto de 2019. O executivo de futebol Rodrigo Caetano bancou a vinda de Zé Ricardo, nome que não pautava os sonhos dos torcedores e, tenho certeza, dos próprios dirigentes.

O treinador já passou por Flamengo, Vasco, Botafogo e Fortaleza, mas sem, digamos, um trabalho marcante. Sua tarefa é tentar reorganizar o Inter para ao menos se manter no G6 do Brasileirão, o que parece muito complicado diante do futebol decadente que vem apresentando.

E o VAR?

O VAR segue aprontando das suas no Brasileirão. Na semana passada, assaltou o Goiás diante do Corinthians. Na rodada do fim de semana, tomou na mão grande um golaço de D’Alessandro.

E ainda há lances onde se espera uma definição por quase cinco minutos. Enfim, nossos árbitros se mostram despreparados para o uso da tecnologia.

Como bem disse um amigo, com VAR ou sem VAR, os homens do apito são os mesmos. E são muito ruins.

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