Lucas Uebel/Grêmio

Não acontece só com Inter e Grêmio. Em relação a outros anos, fora Palmeiras e, mais recentemente, o São Paulo, é tímida a movimentação de chegada de reforços nos principais clubes brasileiros. De certa forma, uma situação que acompanha o contexto da economia nacional, alicerçada no fato de que os clubes já usaram grande parte “das luvas” de contratos de cedência de direitos de transmissão de seus jogos.

O que mais chama atenção até aqui são as saídas. O Grêmio perdeu Ramiro e, agora, Marcelo Grohe. Os dois queriam buscar novos ares, a independência financeira e a diretoria gremista se mostrou solidária e grata pelos serviços prestados por ambos ao clube.

Situação parecida foi a de Leandro Damião, no Inter. Recebeu oferta milionária do futebol japonês e fez as malas, levando o “muito obrigado” dos torcedores e dirigentes colorados por seu protagonismo na volta à divisão de elite e, posteriormente, na busca da vaga à Libertadores da América.

Como os recursos são escassos, fundamental que se olhe com maior carinho para a base. Os colorados, com tantos talentos formados na década passada (Daniel Carvalho, Nilmar, Sóbis, Sandro e Taison, por exemplo, todos com passagem pela Seleção) vêm pecando nos últimos anos nesse quesito.

O ideal é que a dupla começasse a temporada com os grupos de jogadores, praticamente, prontos. Sabem quando isso irá acontecer? Nunca!

Um feliz e próspero 2019 aos leitores da coluna!

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