Deu a lógica absoluta na eleição que definiu a diretoria colorada para o próximo biênio. O atual mandatário, Marcelo Medeiros, obteve mais de 92% dos votos dos associados. Mesmo sem títulos nos dois últimos anos, foi respaldado pela volta sem maiores sobressaltos à Série A, em 2017, e pela surpreendente campanha desse ano, que colocou o Inter, diretamente, na fase de grupos da próxima Libertadores da América. Na eleição para renovação das cadeiras no Conselho Deliberativo, a chapa de Medeiros também teve domínio total.

Agora, as atenções se voltam para renovações e contratações. Indiscutível que o plantel colorado tem carências importantes, que inclusive comprometeram a campanha do time na reta final do Brasileirão. O Inter precisa ira ao mercado, mas não dispõe de soma significativa de recursos. Ou seja, precisa, no mínimo, fazer uma ou duas grandes vendas.

O ideal seria ter o plantel fechado para o início da pré-temporada, no começo de janeiro. O que quase nunca acontece.

Um meia de presente de Natal:

O Grêmio está na briga para contratar Tiago Neves. Não é fácil trazer um jogador desse nível, ainda que o clube conte com recursos e um bom projeto para o jogador. O meia teria interesse em vir para Porto Alegre, o problema é ajustar a questão com o Cruzeiro que, em tese, não se interessa em reforçar um adversário direto na Libertadores.

Se vier, Tiago Neves tem tudo para ser a solução num setor que andou carente na temporada, até porque Douglas não conseguiu recuperar seu ritmo. Além de craque, tem estrela. Por onde passa, costuma levantar taças.

Ganhou o melhor em Madri:

Uma Libertadores para ficar na história, positiva e negativamente. O River Plate é mais time e por isso que superou o valente Boca Juniors, numa final de Libertadores “gourmet”, no Santiago Bernabeu.

Aconteceram tantas coisas erradas na competição, mas o pior mesmo é que, tenho certeza, a Conmebol não aprendeu nada com tudo isso.

Deixe seu comentário