Crédito: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

            É absolutamente gritante a supremacia de Grêmio e Inter sobre os demais adversários no Gauchão. Mesmo sem grandes atuações, como ocorrido com os colorados diante do Novo Hamburgo, no jogo de ida das quartas de final, as vitórias são alcançadas com naturalidade.

E o Grêmio, então. Não tomou qualquer conhecimento do Juventude, na Serra, aplicando impiedosos 6 a 0. E isso que o goleiro do clube caxiense foi figura destacada no confronto. Constrangedora e preocupante a ruindade do alviverde, um dos representantes gaúchos na Série C do Brasileirão.

O modelo de disputa do campeonato estadual parece esgotado e precisa ser repensado com máxima urgência. Seria mais interessante a dupla entrar, somente, nas fases decisivas. E olha lá. Já existiu mais convicção quanto à perenidade das disputas domésticas.

O único clube que poderia se credenciar como um possível “intruso” na final do Gauchão seria o Caxias, mas esse se viu em apuros diante do Aimoré. Enfim, que se cumpram os protocolos rumo a mais dois grenais.

 

Não é mais unanimidade

            Os dias de Tite à frente da Seleção Brasileira já foram mais tranquilos. Desde o insucesso na Copa, o treinador gaúcho passou a ser questionado por torcedores e, também, especialmente, por profissionais da imprensa esportiva do centro do país.

Constrangedor o empate diante do Panamá, em amistoso no último sábado. Só não foi mais vexatório esse resultado do que a derrota da Argentina, com Messi em campo, diante da Venezuela, até ontem um verdadeiro saco de pancadas no continente.

Mas não acho que seja interessante uma troca de treinador às vésperas da Copa América. Algumas preferências de Tite podem ser discutíveis, mas sua competência merece ser respeitada. Onde passou, levantou taças e construiu bons times.

A disputa do torneio em solo brasileiro passa a ser uma prova de fogo para seu futuro na CBF. Isso é inegável.

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