Crédito: Bruna Prado/Getty Images

Mesmo sem ser brilhante, a Seleção Brasileira manteve a escrita de conquistar a Copa América quando essa é disputada em seus redutos. O título foi confirmado com uma vitória pragmática sobre o Peru, em confronto onde, mais um a vez na competição, a arbitragem, mesmo com uso do VAR, foi um destaque negativo.

Por hora, Tite deve seguir na CBF, ainda que desgostoso por algumas de suas ideias não serem abraçadas pelos cartolas da entidade. Sua tarefa, agora, é construir uma base para a próxima Copa do Mundo. Há bons valores surgindo, como Everton, mas tão bom quanto isso é que estejam focados no projeto da seleção, que estejam comprometidos.

Em razão do título do último domingo, muitos afirmam que o Brasil não depende e não precisa de Neymar. Um Neymar mais protagonista fora de campo, realmente, não tem muito o que acrescer ao conjunto de Tite. Mas um Neymar ciente da importância qualidade, especialmente interessadi em jogar futebol, de forma alguma pode ser desprezado. Apesar dos tantos deslizes – podemos botar também nessa conta a relação conturbada com seu atual clube, o PSG – ainda é tempo de evoluir e reconstruir sua imagem perante os mais exigentes torcedores.

Junto com Everton, o craque da final da Copa América, Alisson, goleiro menos vazado, e Artur tiveram belas participações na competição. São titulares indiscutíveis, mais do que nunca, na Seleção.

Volta com tudo

Os principais clubes do futebol brasileiro voltam às competições após o recesso por conta da Copa América. E que volta é essa, com jogaços pela Copa do Brasil, neste meio de semana.

O Grêmio receberá o Bahia, na Arena, com a missão de tentar abrir boa vantagem sobre o time de Roger para ir tranquilo a Salvador, na outra semana, buscar a vaga nas semifinais da competição. Os gremistas esperam que Renato tenha aproveitado bem a intertemporada para superar a instabilidade do time nas primeiras rodadas do Brasileirão. O adversário baiano, a propósito, é muito competitivo, tem qualidade e pode atrapalhar o projeto do Grêmio

A parada do Inter é, em tese, ainda mais complicada. Não é fácil parar o timaço do Palmeiras, ainda mais na capital paulista. O time de Felipão, pelo investimento forte que faz, é favorito em qualquer competição que dispute no continente. E sob o comando de Odair o Colorado segue devendo bons resultados como visitante. Questionável a tendência da não utilização de D’Alessandro, mesmo após a longa parada.

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