Crédito: Lucas Uebel/Site do Grêmio

A situação do Grêmio é muito boa, mas não pode ser encarada como confortável. Achar que o confronto de volta contra o River será mera formalidade no caminho rumo a mais uma fina de Libertadores poderia trazer sérias consequências negativas. Mas não parece ser esse o espírito dos jogadores, dirigentes e até mesmo dos torcedores gremistas.

Como já disse, anteriormente, não só o resultado, mas a atuação consistente do time de Renato diante de um adversário de retrospecto invejável na temporada, evidentemente, encheu toda a metade azul do RS de esperança. Mas ainda há mais 90 minutos pela frente, de um partida que tem tudo para ser complicada. O River vai vender cara essa classificação.

No outro lado, a situação está pendendo para o Boca Juniors, que conseguiu uma magnífica vitória sobre o festejado Palmeiras de Felipão. Na capital paulista, o verdão poderá reverter a vantagem argentina, não resta dúvida, mas será extremamente difícil a tarefa.

Hoje, tudo conspira para um reencontro de Grêmio e Boca, que já decidiram a competição em 2007, com triunfo folgado dos gringos. O Tricolor de hoje é mais forte que aquele. O Boca é, aparentemente, bem mais fraco. Mas, como já disse, primeiramente, ambos precisam confirmar suas vantagens.

Bronca colorada e pedido por VAR

O Inter jogou pouco contra o Vasco, é verdade. Os colorados já foram favorecidos em outras ocasiões por equívocos dos senhores do apito, também é fato. Mas é compreensível toda a revolta de jogadores, dirigentes e torcedores. Os erros da equipe responsável pela arbitragem do confronto em São Januário se deram em sequência e com absoluta evidência, contribuindo, decisivamente, para o tropeço vermelho.

O clube deseja liderar uma cruzada pela implantação do VAR nos últimos jogos do Brasileirão. Dificilmente, será atendido a essa altura do campeonato.

Quero seguir acreditando que os árbitros cometem erros porque, como quaisquer seres humanos, são passíveis disso. Mas diante de outros fatos já registrados no futebol, como, justamente, em 2005, não dá para botar a mão no fogo por ninguém.

Para ter um pingo de esperança, o Inter precisa vencer seus últimos sete jogos. E ainda secar o Palmeiras. O que seria mais difícil?

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