Crédito: Reprodução/FN

            O gramado da Arena, sejamos justos, é alvo de críticas desde a inauguração da nova casa gremista. Lá se vão quase sete anos e até hoje os responsáveis pelo complexo não acertaram a mão na principal dependência do estádio.

Anteriormente, Renato já havia criticado a conservação e até mesmo a utilização do campo para outros tipos de evento. Ao que parece, as ponderações do treinador não foram levadas muito a sério.

Verdade que, praticamente, nenhum dos estádios usados na Copa América ostenta gramados de encher os olhos. Mas nenhum é tão ruim quanto o da Arena, que só parece piorar, aliás. As alfinetadas mais recentes vieram de nomes como Messi e Tite.

Um estádio com tamanha imponência precisa de um palco à sua altura. Alguns problemas são notórios, como a falta de iluminação natural sobre a grama por conta da ampla área coberta nas arquibancadas. A propósito, não seria de se pensar na colocação de um gramado artificial, nos mesmos moldes do utilizado na Arena da Baixada?

Do jeito que está, não pode ficar. Prejudica, seriamente, o jogo e oferece risco de lesões aos atletas. E vem aí uma sequência de muitos compromissos importantes para o Grêmio. O gramado não pode ser mais um adversário.

 

À espera de novidades

            Na semana que vem, Inter e Grêmio voltam a seus compromissos oficiais, com um calendário de jogos extremamente exigente e desgastante. E, por enquanto, as novidades seguem, digamos, nulas na Arena e no Beira-Rio. Verdade que o mercado brasileiro, como um todo, anda um tanto cauteloso.

Mesmo os clubes mais endinheirados estão realizando negociações mais apuradas. Os colorados buscam mais opções para a lateral esquerda, meio e ataque. No lado gremista, ambição maior talvez seja a do camiseta “10”, do maestro. E Luan? Será que acorda a tempo de jogar o segundo semestre?

 

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