Moradores reclamam da nuvem de poeira nos dias de calor e pedem asfalto - Crédito: Reprodução/FN

Com os dias de calor, moradores do interior voltam a enfrentar o problema da nuvem de poeira nas estradas do interior.

Moradores molham a estrada para diminuir a nuvem de poeira nos dias de calor
– Crédito: Reprodução/FN

Em São Sebastião do Caí, moradores da localidade de Passo da Taquara, na estrada que liga com Capela de Santana, usaram nesta semana um gerador e mangueira para puxar água de um córrego. Com isso, estão molhando a estrada para diminuir a poeira. “Não tem como fazer lanche e trabalhar”, reclama Fátima Teresinha Ferreira, que é dona de um bar e lancheria. Além dos estabelecimentos, moradores e agricultores também sofrem com a poeira. “A Prefeitura vinha molhar a estrada, mas não tem feito mais”, lamenta Fátima, que estava junto com vizinhos molhando a estrada, principalmente para diminuir a poeira após a passagem de caminhões. Moradores chegam a torcer pela chuva, pelo menos para diminuir a poeira, mas aí enfrentam os buracos e barro. Por isso a solicitação dos moradores pelo asfaltamento da estrada.

Resposta da Prefeitura

Sobre a reclamação dos moradores do Passo da Taquara, quanto à poeira na estrada, a Administração Municipal de São Sebastião do Caí enviou uma manifestação.

“A Prefeitura tem ciência dos problemas da estrada do Passo da Taquara e faz a manutenção periódica da via. Tanto que no recente período de muitas chuvas entre outubro e novembro a estrada sempre esteve em condições. A extensão no trecho caiense, entre a ERS-122 e a divisa com Capela de Santana é de cerca de 4 quilômetros, ao custo médio de R$ 1,3 milhão por quilômetro para asfaltar e fazer toda a estrutura de canalização e drenagem necessária. Município não tem recurso e também não há emendas parlamentares neste montante. Mas vale frisar que a Secretaria Municipal de Obras faz sua parte, tanto que nos vídeos feitos por moradores não há buracos ou outros problemas maiores. Pó e barro infelizmente existem.”

O secretário municipal de obras do Caí, Alzir Bach, lembra que o município tem 204 quilômetros de estradas de chão, que consomem grande parte dos esforços da Secretaria de Obras. “Não tem como molhar as estradas todo dia e é impossível pavimentar tudo”, afirma, garantindo que a Prefeitura tem procurado atender dentro das suas possibilidades.

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