Será realizada uma audiência pública nesta quinta-feira, dia 2, em São Sebastião do Caí, para tratar da concessão da RS 122 e a possível instalação de uma nova praça de pedágio no trecho entre o Caí e Bom Princípio. O encontro será às 19h30, no Salão Paroquial da Igreja Matriz, no centro do Caí. Serão obedecidos os protocolos de distanciamento, uso obrigatório de máscara e álcool gel. A audiência pública foi proposta pelo vereador César Júnior e aprovada pela Câmara de Vereadores. Será a oportunidade também da população se manifestar sobre o tema que vem gerando muita polêmica. “Esta audiência pública é muito importante, principalmente para definir o futuro da instalação deste pedágio e a concessão da RS 122. Vamos dar voz a comunidade caiense, que irá expressar seu sentimento em relação a essa proposta do Governo do Estado, junto das lideranças da região”, destaca o vereador César Júnior.

O Governo do Estado já propôs a instalação do novo pedágio no quilômetro 22,5 da RS 122, na altura do bairro Bela Vista, próximo da ponte sobre o rio Caí, em Bom Princípio. Com a resistência dos bom-principienses, surgiu a alternativa do quilômetro 4, no Areião, perto da divisa do Caí com Portão, mas as lideranças caienses também se manifestaram contrárias. Além das lideranças locais e comunidade, devem participar representantes do Governo do Estado e Assembleia Legislativa. Outro pedágio no Vale do Caí está sendo também proposto pelo Governo para ser instalado no trecho entre Montenegro e Capela de Santana, da RS 240 ou RSC 287.

Após a realização das audiências e consulta pública, o processo das concessões e novos pedágios está passando por revisão. A proposta do governo é de fechar o pedágio do Portão, onde existem desvios e a praça se encontra em zona urbana. A meta do governo era de lançar o edital neste mês de setembro e realizar o leilão em dezembro para definir as empresas vencedoras das concessões, mas os prefeitos pedem adiamento do processo. Entre as principais reclamações, além da localização dos pedágios, estão os altos valores das tarifas, com cobranças nos dois sentidos e sem isenções aos moradores locais.

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