Só neste ano foram encontrados 52 focos do Aedes aegypti Reprodução/FN

Mesmo em pleno inverno, com os dias de frio intenso que atingiram a região nas últimas semanas, o controle permanente dos focos do mosquito aedes aegypti não pode ser esquecido. A prova disso são os números de pontos com larvas do inseto transmissor da dengue, zika e chikungunya encontrados pelas equipes da Vigilância em Saúde em diferentes bairros do município.

/Divulgação/FN

Segundo esses dados, São Sebastião do Caí contabilizou até o fim de junho 255 focos de larvas, o triplo do registrado no mesmo período do ano passado. O bairro mais afetado é o Navegantes, com 84 focos do inseto, seguido por São Martim com 55 e Vila Rica com 30 focos, respectivamente. Também foi confirmada a presença do mosquito nos bairros e localidades do Centro (28 focos), Loteamento Popular (26 focos), Quilombo (15 focos), Bagatine (13 focos) e Morada do Vale (4 focos).

Os números comprovam que os ovos e larvas do aedes aegypti sobrevivem também aos dias de baixas temperaturas. Entre os locais com focos confirmados estão recipientes como garrafas pet, potes e latas no lixo (40%), tonéis e baldes reutilizados para armazenar água sem a devida tampa (19%), vasos e pratinhos de plantas (19%) e o restante em bromélias, pneus e ralos de residências. Por isso a Secretaria de Saúde mantém as visitas dos agentes, devidamente uniformizados e identificados durante todo o ano e a necessidade de se manter a vigilância e a eliminação de pontos que possam acumular água parada.

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