Na ponte sobre o arroio Coitinho os buracos e os congestionamentos aumentaram - Crédito: Guilherme Baptista/FN

O Daer informou que iniciou na semana passada uma operação tapa-buracos nas pontes estreitas do Matiel, na RS 124 – divisa entre São Sebastião do Caí, Pareci Novo e Harmonia.

Em razão das recentes chuvas, aumentou muito a buraqueira, dificultando o trânsito na travessia. Além do risco de acidentes, os buracos deixaram o tráfego de veículos ainda mais lento, aumentando os congestionamentos. E como as pontes são estreitas, só passando um veículo de cada vez, a situação fica ainda mais complicada.

No ano passado, em setembro, o Daer, através da empresa Encopav, realizou uma melhoria no trecho entre as três pontes, junto ao rio Caí, retirando o asfalto antigo com a fresagem e cobrindo com uma nova camada asfáltica. Mas na parte das pontes a pavimentação voltou a ficar esburacada com as últimas chuvas, sendo necessários reparos urgentes. A Prefeitura do Caí solicitou ao Daer autorização para fazer intervenções visando melhorar as condições da pavimentação, mas não foi autorizada.

A ponte sobre o rio, no Matiel, é a única que está com a pavimentação em boas condições
– Crédito: Guilherme Baptista/FN

O Daer informou que começou a fazer uma operação tapa-buracos na quarta-feira, mas não conseguiu concluir o serviço nos dias seguintes devido a chuva. A ponte sobre o rio Caí, que é a maior, é a única que está com a pavimentação em boas condições. Já a ponte do meio não está com a o asfalto tão bom. Pior mesmo é a situação da ponte sobre o arroio Coitinho – a primeira no sentido Caí para Pareci e Harmonia. São muitos os buracos e desníveis, ocasionando danos nos veículos, dificultando a travessia e causando congestionamentos. A ponte, com entrada e saída pela Rua Sete de Setembro, está praticamente intransitável.

A dificuldade maior é que o Daer está sem contrato de conservação com nenhuma empresa. Por isso tem procurado fazer tapa-buracos com os próprios funcionários e equipamentos que dispõe. Mas como conta com poucos recursos e são muitas as demandas em todo o Estado, a recuperação acaba sendo demorada e precária. Faltam materiais e equipamentos. Mas a expectativa é de que as melhorias possam ser realizadas o quanto antes.

 

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