Imagem ilustrativa/internet

Todos os municípios do Vale do Caí, assim como os demais do Estado, estão na bandeira laranja, de risco médio, no sistema de distanciamento controlado do Governo do Estado. Mesmo com menos restrições, é importante as pessoas manterem e reforçarem as medidas de prevenção, já que continuam ocorrendo internações e óbitos de pacientes com coronavírus. Por isso o uso de máscara continua obrigatório, assim como manter o distanciamento, evitando aglomerações, além de medidas de higiene e limpeza.

Na semana passada São Sebastião do Caí registrou quatro novas mortes de pacientes com coronavírus. Isso serve de alerta. O 12º óbito no município aconteceu na sexta-feira, dia 30, de uma idosa de 85 anos que estava na UTI. Na segunda e terça-feira também tinham sido registradas mortes associadas a Covid-19, de pacientes com 60 e 76 anos. Segundo a Prefeitura, ainda estava em análise um caso de morte de paciente com 58 anos, que faleceu na última quarta-feira. O próximo boletim da Prefeitura do Caí deve sair nesta quarta-feira, dia 4. Mas o boletim da Secretaria Estadual de Saúde de ontem já confirmou este óbito, fazendo com que o Caí alcance 13 mortes de pacientes com coronavírus.

Após um mês sem registrar mortes de pacientes com coronavírus, na quarta-feira passada Montenegro teve seu 21º óbito, de um homem de 65 anos, que estava internado em Porto Alegre.

Somando as vinte cidades integrantes da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc), a região tem aproximadamente 4,6 mil casos confirmados de Covid-19, dos quais em torno de 4 mil estão curados e ocorreram 79 óbitos desde o início da pandemia. O Estado registrou ontem 712 novos infectados e 40 novos óbitos ocorridos entre 27 de outubro e 3 de novembro. O Rio Grande do Sul chegou a 250.064 casos confirmados, dos quais 234.604 (94%) estão recuperados e ocorreram 5.844 mortes. No Brasil o número de casos vem diminuindo, tendo o país registrado ontem mais 276 óbitos, chegando a 160.548 mortes associadas ao coronavírus e 5.567.126 infectados desde o início da pandemia.

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