Crédito: Facebook/Reprodução

Conforme estatísticas do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), divulgadas em recente reportagem do portal “GaúchaZH”, um Centro de Formação de Condutores de Salvador do Sul tem o melhor índice de aprovação de candidatos nas provas práticas para a categoria B. O CFC Schneider, que tem 23 anos de atuação, alcançou 92% de êxito na aplicação dos exames.

A média estadual de aprovação no período de um ano, a partir do requerimento da habilitação, chegou a 74%. Os dados apurados são relativos a provas aplicadas entre novembro de 2017 e outubro de 2019.

Segundo a reportagem do veículo do Grupo RBS, a tranquilidade no fluxo de veículos da cidade, além do uso de tecnologia e práticas incomuns em outras escolas de formação, entre outros fatores, são apontadas como receitas de sucesso. “Trabalho duas questões importantes. No nosso CFC, a pessoa é orientada a agendar aula com pelo menos dois instrutores para que não tenha o choque de encontrar alguém diferente só na hora da prova. Além disso, o aluno já deve treinar baliza, retornos e arrancadas de lomba nas primeiras aulas. Isso só costuma ser desenvolvido na metade das aulas. Treinamos tudo que o aluno precisa desenvolver na prova desde o início”, declarou à reportagem a proprietária e também instrutora do CFC salvadorense, Mara Schneider.

Também conforme Mara, os alunos que apresentam maiores dificuldades e desconhecimento sobre a utilização de veículos são estimulados a buscar mais informações. Isso pode ser por meio de vídeos criados e publicados no Youtube pelo CFC e também divulgados por WhatsApp.

Os dados do Detran apontam que os CFCs de Porto Alegre registram as menores notas do Estado. O diretor técnico do órgão, Fábio Santos ponderou que o local em que a prova é realizada e o trânsito na cidade interferem no resultado dos candidatos. “O aluno tem que conhecer o local de provas. Fatores geográficos precisam ser levados em conta. Porto Alegre tem um trânsito muito mais movimentado que uma cidade do Interior. Nem por isso os motoristas são piores, já que todos passam pelos mesmos critérios”, afirmou à reportagem, divulgada no último dia 3 de janeiro. 

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