Roque Klein, de 66 anos, acredita ter contraído o vírus na Colômbia - Crédito: Prefeitura

Integrante do coral municipal de Pareci Novo, Roque José Klein, 66 anos, conseguiu se livrar do temido coronavírus.

No mês passado, após retornar de viagem à Colômbia, Roque começou a ter febre diária. A partir do acompanhamento de profissionais do posto de saúde, manteve os cuidados solicitados. Mas como a febre continuava, foi encaminhado ao Hospital da Unimed, em Montenegro, sendo internado e sendo realizada a coleta de material para exame do Covid-19.

O exame deu positivo, sendo o primeiro caso de coronavírus no Pareci. Roque ficou internado por mais dois dias. Depois da alta, manteve o isolamento em casa, já que não apresentava mais sintomas. Passou a dormir em quarto separado, mas fazia as refeições com a família. Seguindo as recomendações médicas e tomando antibióticos, Roque não saiu de casa nenhuma vez durante a quarentena. Sabia que ficar em casa, protegido, era tudo de que precisava para se curar. E com isso ninguém da família apresentou qualquer sinal da doença.

Na última quarta-feira, dia 22, Roque ouviu do médico a melhor notícia dos últimos anos: estava livre do coronavírus. “Estou curado. Sou um paciente recuperado”, comemora Roque, que neste tempo todo, desde que sentiu os primeiros sintomas, teve acompanhamento de profissionais do posto de saúde local.

No mesmo dia que estava livre do isolamento, Roque saiu de casa para dar uma caminhada, usando máscara. Importante dizer que Roque não oferece risco algum para qualquer pessoa, já que o coronavírus foi eliminado do corpo dele. “Claro que ainda tenho que me precaver, como qualquer pessoa, mas estou curado”, tranquiliza.

Roque Klein acredita que tenha contraído o vírus no aeroporto de Bogotá, capital da Colômbia. No dia em que estava previsto o retorno ao Brasil, os vôos foram cancelados e havia muita gente no local. Ou seja, uma evidência clara do risco que representam neste momento as aglomerações de pessoas.

O secretário municipal da Saúde, Rafael de Souza, também se mostra contente com o final feliz do tratamento de Roque. “Desde o começo nós o acompanhamos e ele seguiu todas as orientações, procurou ajuda médica”, elogia.

Curado do vírus, não há possibilidade de Roque transmitir um vírus que, afinal de contas, não tem mais. Mas é importante, salienta Rafael, seguir com os cuidados preventivos, como o uso da máscara quando sai de casa, para afastar a possibilidade de novamente contrair o vírus. Os cuidados incluem também uso de álcool gel, lavar as mãos com frequência e evitar aglomerações.

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