É o que prevê o projeto de autoria do vereador Talis Ferreira que será votado na Câmara de Montenegro nesta quinta-feira - Crédito: ACOM/Câmara

Em meio ao avanço da pandemia, a grande expectativa é pela aplicação de vacinas contra o coronavírus. Pelo menos quatro vacinas estão em testes no Brasil, mas ainda não existe previsão de quando inicia a vacinação em massa. Além da produção, depende da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Governo Federal tem um Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) cobra um cronograma sobre o início e fim das fases de vacinação.

Na última semana alguns prefeitos gaúchos assinaram um protocolo de intenções para a aquisição da vacina Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. As tratativas iniciaram pelo Consórcio dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre e pela Federação das Associação de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). O governador Eduardo Leite também já assinou convênio para comprar diretamente a CoronaVac. A projeção do governo gaúcho é iniciar a vacinação no primeiro trimestre de 2021, sem ter a definição de qual vacina será aplicada. O Estado está adquirindo 308 câmaras de conservação para cidades de até 100 mil habitantes visando o armazenamento das doses.

Vereador pede vacinas

Na última sessão da Câmara de Montenegro, o vereador Talis Ferreira (PP), fez um pedido de indicação para encaminhar junto a Prefeitura, visando agilizar a compra de vacinas contra a Covid-19, assim que liberadas pela Anvisa. Ele lembrou que prefeitos da Famurs e Consório da Região Metropolitana já assinaram protocolo de intenções para aquisição. A intenção é promover a vacinação o mais rápido possível. Em seu pedido enviado ao prefeito Kadu Müller (PP), o vereador Talis Ferreira pede para que Montenegro integre o Consórcio dos Municípios da Região Metropolitana para a compra das vacinas.

O prefeito Kadu diz que está acompanhando o tema. “Somos solidários a aquisição e ofertar a população que queira fazer a vacina”, disse.

1 COMENTÁRIO

  1. Por absoluta falta de um programa nacional, que já deveria estar pronto, pois planejamento e organização são essenciais, cada ESTADO está se mexendo por conta. Até cidades querem se organizar por conta. Assim não dá. É guerra de foice no escuro. Não dá pra ser todos ao mesmo tempo. Credo. Merecíamos destino melhor.

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