Contrato emergencial vai até 27 de novembro e deverá ser feita nova licitação Arquivo/FN

Permanece o impasse envolvendo o plano de saúde dos servidores da Prefeitura de Montenegro. Nenhuma empresa participou da licitação marcada para a última quinta-feira, 4 de outubro, quando seriam abertos os envelopes com as propostas. Conforme o chefe de gabinete da Prefeitura, Edar Borges Machado, a licitação deu deserta, ou seja, não houve participação. Com isso deverá ser feita uma nova concorrência pública.

A polêmica, envolvendo o atendimento aos funcionários municipais pelo plano de saúde, iniciou no mês passado, quando não teria sido renovado o contrato entre Prefeitura e Unimed Vale do Caí em função de desacerto entre as partes na questão do reequilíbrio financeiro. O atendimento chegou a ser interrompido, mas a Prefeitura entrou na Justiça e conseguiu uma liminar garantindo a continuação do serviço aos municipários através do plano de saúde. De acordo com o prefeito Kadu Müller, foi acordado um contrato emergencial de 90 dias, que vence em 27 de novembro. Mesmo com pouco tempo, a Prefeitura busca resolver o impasse. Na próxima segunda-feira, dia 8, está prevista uma reunião entre Prefeitura e Conselho para analisar a situação.

São cerca de 3.500 usuários do plano, entre titulares e dependentes, num custo mensal de em torno de R$ 1 milhão, que é dividido entre as partes (Prefeitura e servidores). O serviço é prestado pela Unimed desde 2012, quando foi realizada licitação para um período de 5 anos. Venceu no ano passado, mas como não houve nova licitação o contrato foi prorrogado por duas vezes, de forma emergencial, vencendo o prazo no último dia 27 de agosto.

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