Secretaria Municipal da Saúde e SESAI orientaram indígenas sobre medidas de prevenção - Crédito: ACOM/Prefeitura

Na manhã desta segunda-feira, 1º de junho, acompanhados por servidores da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), representantes da Secretaria Municipal de Saúde estiveram na aldeia Kaingang situada no bairro Centenário, em Montenegro. Na oportunidade, notificaram os índios sobre o término da quarentena, solicitada a eles por conta dos casos positivos de Covid-19 na aldeia.

Conforme a Prefeitura, os indígenas que foram orientados a permanecer em isolamento social, durante os últimos dias, agora podem retomar suas atividades entre a comunidade montenegrina, desde que respeitando as condições de higiene, distanciamentos e utilização obrigatória de máscaras de proteção como forma de prevenção. Com isso, a Administração Municipal, através de sua Vigilância em Saúde, ressalta que atos de discriminação, bem como  possíveis hostilizações, são veementemente repudiados em qualquer esfera e cenário. “Vivemos em uma pandemia mundial onde, além das diferentes prevenções, o respeito ao próximo também integra uma sociedade consciente”, destaca a Prefeitura.

1 COMENTÁRIO

  1. Agora são 14:54 da tarde de domingo e os índios kaingang ainda estão com o som ligado exageradamente alto desde as 08:10 da manhã de hoje. Cadê o respeito pela comunidade que acolheu eles, levou roupas, comida, vacinas, etc. Escutam música alta todos, todos os dias. Ninguém os estão discriminando aqui no bairro. Apenas gostaríamos de poder ouvir nossos próprios pensamentos. Mas não podemos pois eles ligam som em um volume ensurdecedor. Respeito ao próximo nesse caso somente se houver denúncia na polícia e sendo assim, eles precisam do nosso nome e documento para fazer o registro formal. Quem tem família tem medo de fazer isso né minha gente. É muita reportagem e cuidados e pouca orientação do respeito pela comunidade que já vive nessa cidade à mais tempo e paga imposto e paga todo o tipo de taxa pra poder construir suas casas. Enfim, não desejamos mal a eles mas, sem condições viver ouvindo a música alta deles à todo momento. Baita falta de respeito.

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